PGL – Em finais do ano passado, o BNG reclamou por escrito no Parlamento umha resposta da TVG em relaçom com a cobertura informativa da manifestaçom pró-galego de 18 de outubro de 2009.
Na resposta, os dirigentes da televisom pública asseguram partilhar os termos recolhidos nas diferentes informações emitidas na TVG e nom coincidir com as «valorizações subjectivas» de quem as criticárom.
Desta maneira, nega-se que houvesse manipulaçom nas informações que asseguravam que um informador do canal tinha sido agredido por manifestantes, quando em verdade só houvo apupos, como evidenciam numerosos testemunhos gráficos e audiovisuais. Porém, sim houvo gestos ofensivos por parte de um câmara da TVG, cuja atitude provocadora motivou o enfado dos manifestantes mais próximos.
Contudo, a resposta recolhe que polo já exposto «o director-geral da CRTVG nom encontra motivos para um pedido de desculpas», nem tampouco se vai proceder a depurar responsabilidades.
O inquérito, base do ‘decretaço’
O BNG também fizo públicas outras respostas obtidas no Parlamento. Umha delas tem a ver com o inquérito a pais e mães sobre a presença do castelhano e do galego no ensino. Mesmo apesar de ser um procedimento realizado sem as mínimas garantias de rigor nem fiabilidade metodológicas, a Junta conclui o seguinte:
Os resultados da consulta demonstram […] que a sociedade galega se reafirma bilingüe, facto que implica a necessidade de revisom do quadro legal que regula a utilizaçom das línguas no ensino nom univeristário; ao tempo que advirte da relevância que se outorga à aprendizagem do inglês, ao lado das duas línguas oficiais.
Como se comprometera no seu dia, a informaçom obtida serviu de ponto de partida para a elaboraçom das Bases para a elaboraçom do decreto do plurilingüismo no ensino nom universitário da Galiza».
Usam o espanhol por um «erro humano»
Finalmente, em relaçom com a pergunta apresentada sobre a exclusom do galego nas comunicações do Centro Coreográfico Galego e o uso de toponímia deturpada, a Conselharia de Cultura e Turismo atribui a erros humanos a presença do espanhol.
Segundo este departamento, em 20 de novembro de 2009, o pessoal do CCG preparou um texto «redigido na língua ordinária de comunicaçom do Centro, o galego», com informações sobre umha co-produçom. Porém, devido a um «mero erro humano», a versom em castelhano desse texto, «dirigida excepcional e exclusivamente a determinadas pessoas de fora da Galiza, foi remetida à listagem completa de correios do Centro». Segundo Cultura, é um erro «isolado» e insiste em que a língua de comunicaçom habitual do CCG continuará a ser o galego.
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