PGL – Sem fisuras, os sindicatos maioritários do ensino na Galiza opõem-se ao rascunho de novo Decreto do galego anunciado polo Conselho da Junta a 30 de dezembro de 2009. A última grande organizaçom em se pronunciar, UGT, fizo hoje públicas as suas conclusões.
Quase umha semana mais tarde do que a CIG, STEG e CCOO, o sindicato irmão do PSOE -ambos fôrom fundados polo galego Pablo Iglesias- enviou hoje umha nota de imprensa com o seu posicionamento ante o rascunho do Governo de Feijóo.
Para UGT, a proposta «confusa no fundo e impresentável na forma». Confuso, porque «trata de misturar para confundir, instrumentalizando termos como ‘plurilingüismo’ para debilitar ainda mais a nossa língua». Também criticam a famosa consulta aos pais e mães, que o sindicato considera «antipedagógico» e «inassumível didacticamente».
O sindicato socialista também coloca ênfase nos graves erros terminológicos do rascunho. Assim, UGT lembra à Junta que nom existem os directores de departamento -nomenclatura universitária-, que na Formaçom Profissional «nom existe nem departamento» de inglês, da mesma maneira que essa matéria nom existe nos títulos da LOE fora de «determinados ciclos como turismo, comércio internacional ou marketing».
Finalmente, UGT conclui que o rascunho de novo Decreto «manipula e engana», e considera que constitui um «retrocesso» do ponto de vista de as e os estudantes adquirirem em galego as mesmas competências que em castelhano.
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