PGL – A Real Academia Galega, órgão de máxima autoridade para as instituiçons oficialistas quanto à língua galega, vem de fazer público o seu posicionamento sobre o rascunho do decreto do galego, num documento de 13 páginas aprovado por todos os académicos. A RAG, qualifica a proposta do decreto de ‘inaceitável’.
Para a Real Academia, sita na rua tabernas da Corunha, «as Bases que se analisam poderiam produzir um retrocesso no processo de normalizaçomn, que infringe a legislaçom vigente e mais a jurisprudência emitida polos altos Tribunais e que tampouco se sustenta na melhor organizaçom do processo pedagógico senom, unicamente, em promessas eleitorais que som de duvidosa legalidade e que, por essa razom, nom parecem validáveis polas urnas».
Ainda, a RAG lembra ao Governo, que há dias manifestou que as críticas eram apenas de colectivos radicais, que o galego é a língua própria do país e que os cidadáns «aguardam que o seu Governo seja o primeiro e inequívoco defensor. Por isso se assombram e mobilizam [os cidadáns] quando percebem gestos que, polo menos, parecem ir em direcçom contrária».
Nesta linha, Manuel González, que exerce como presidente em funçons, explicava na passada semana que todas as opinions fôrom «muito críticas, sem excepçom», destacando que a maior parte dos académicos nom entrárom nem em «valorizar a posibilidade de emendar o rascunho».
A Rag, que insiste no documento em que as bases do Governo som incoerentes com o Plano Geral de Normalizaçom lingüística e que podem vulnerar o Estatuto de Autonomia e a Constituiçom espanhola, chama a todas as forças políticas para fazerem um esforço de pacificaçom e construir um diálogo sobre bases que garantam a plena normalizaçom do galego e a plena competência oral e escrita ao final de cada ciclo nas duas (ou três) línguas”.
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