O poder do sacrifício



pexels-439241Aprende, amigo, com Platão, que tudo o que existe no plano manifestando, existe com anterioridade no plano das ideias. Sendo o mundo manifestado um reflexo deste plano mais subtil. Quando as ideias do plano arquitepal são trazidas à nossa realidade, por um grupo de mentes lúcidas; estas apenas são deturpadas pela personalidade ególatra. Assim as cousas belas acontecem! E a evolução inicia sua marcha ascensional, a espiral em expansão tem presença e, o ciclo da dávida renasce.

Pela contra quando as mentes ainda não muito formadas, deturpam as ideias do plano arquitepal. virando seu bom senso, o feio, obscuro, toma corpo. A involução e decadência, tende a revezar dentro da espiral em contração, impodo a decâdencia.

Fomentando ideias mal plasmadas, no plano material, que alastram consigo causas e efeitos cármicos, que duram gerações, décadas e mesmo séculos. Ativando, no corpo social, grande dor, sofrimento, ate conseguir pelo mesmo esforço, perseverança e sofrimento, mudar, reverter o curso anti lei (Adharma) em favor do curso natural da lei (Dharma). Mudando para bem o curso negativo da história.

Esse trabalho é efetuado por grupos de pessoas libertas daquele negro e velho carma. Pessoas limpas de negativa tendências (niddanas), que puderam transformar dentro de si, estas tendências, em luz (scandas), colocam da novo a Roda Evolutiva ou do Pramantha, em pé, a favor Lei – Dharma.

Voltando a ciência à união com a natureza. Voltando a religião a sua função de religar o múltiplo com a unidade. Tal como observava Annie Bessant, na introdução de seu livro “A Sabedoria Antiga”, sobre a raiz das religiões: “As verdades fundamentais da religião podem resumir-se no seguinte: Uma existência real, eterna, infinita, incognoscível. Do Todo procede o Deus manifestado, desdobrando-se de unidade em dualidade, de dualidade em Trindade. Da Trindade manifestada procedem inumeráveis inteligências espirituais, guias da atividade cósmica. O homem, reflexo do ser manifesto, se compõe, por isso, de uma trindade fundamental, sendo eterno o seu interior real; formando uma unidade com o ser do universo”.

Nos ciclos cósmicos grandes de ouro (Satya Yuga) esta realidade faz-se vissível na luz da inteligência de toda a humanidade. Nos ciclos de ferro – guerra (Kalhi Yuga) esta verdade é velada. E os humanos perdemos nossa compreensão do mistério da Trindade, das Tríades ou Trisquel.

Nos ciclos cósmicos grandes de ouro (Satya Yuga) esta realidade faz-se vissível na luz da inteligência de toda a humanidade. Nos ciclos de ferro – guerra (Kalhi Yuga) esta verdade é velada. E os humanos perdemos nossa compreensão do mistério da Trindade, das Tríades ou Trisquel. Perdendo a perceção do 1-3-7 numerologia da LEI. Que nos abre as portas do entendimento de como da unidade, surge a dualidade que cria a vida (Pai e Mae) dando a luz uma terceira cousa (filho. filha) Do 3 ao 7: com seus sete raios cósmicos, refletidos nas sete cores do arco da velha, nas sete notas musicais (com sua oitava acima)… Sendo precisamente essa oitiva acima o símbolo do regresso, da mônada universal (após percorrer as experiências vitais, encarnação após encarnação) ao seio da unidade, enriquecida com toda sua aprendizagem. Enriquecendo, a sua vez, a Unidade. Limpa essa mônada já de todo carma invertido, provocado pelas más decisões, permitidas pelo nosso livre arbítrio, quando a ignôrancia nossa psique domína.

Realizando estes caminhos pela Árvore Sagrada da Vida. Árvore presente em todas a tradições, desde a celta ou nórdica à hebraica cabalística ou a egípcia do caibalion. E tal como fala o Bhagavad Gita – é precisamente durante esse pequeno ciclo, de cada ano zodiacal (que juntos os 12 completam 1 ano cósmico), quando depois da ascensão é chegado aquele momento decadente da inversão, que é preciso o maior dos sacrifícios.

Em essa altura surgem os Avataras cíclicos, que com seu sacrifício maior, permitem o retorno da humanidade desviada, de novo ao caminho de ascensão. Voltando em conjunto a encontrar, aquela escada de sonhou Jacob, e conduz a Redenção dos mundos.

Essa redenção se fez possível somente mediante o ritual de crucifixão, do avatara na árvore, no madeiro, na esfera cabalística medial de Tiphareth, centro das energias crísticas. Assim fora entregue o corpo de Hórus na cruz, o de Mitra; assim Odin teve de crucificar-se no carvalho sagrado, para obter a sabedoria das runas, durante nove dias e nove noites (9 o número do iniciado, composto de 3 tríades: as três tríades cabalísticas da árvore da vida?)… Nove também são os mundos que contem o Yggdrasil, carvalho sagrado. Nove são as Sephiroth da árvore cabalística, que emanam a após Kether, a Sefira dos primeiros redemoinhos; primeiras emanações, somando, com ela, finalmente 10. Dez o numero hebraico de deus (10 – 1+0: 1. Unidade). Yggdrasil árvore que gera e sustenta a vida. Vida simbolizada pelo orvalho transformado em mel, pelas avelhas. Servindo o mel para preparação do elixir da juventude e da sabedoria. A ambrosia dos gregos Deuses do Olímpio? O líquido da imortalidade da taça gnóstica do Graal? O Licor da sabedoria, que faz ao guerreiro da luz imortal? O caldeirão da poção iniciadora, fonte de todo conhecimento, da deusa celta Keridwen?.

Este licor da purificação, é obtido no interior do nosso ser, naquela esfera de Tiphareth, por meio do Sacrifício ritual. Sacro Ofício, que permite a abertura vertical do caminho da ascensão. Deixando via livre, na rota ascensional, para o peregrino purificado (clarificado de negrura cármica), pela nova radiaçao gnóstica, obtida em esta sublime Sephirah, esfera de Tiphareth.

Sacrifício da crucifixão simbólica ritual, daquele que por um árduo esforço, perseverança e vontade, permitiu-se retirar de seus corpos inferiores, toda pulsão animalesca instintiva, toda paixão inferior ególatra. Livre do seu inferior, livre dos seus infernos! Esta crucifixão cerimonial simbólica, na esfera medial da árvore da vida, em Tiphareth, permite ao caminhante em procura da paz (beatificação), abrir para achegar-se ao abismo de DAAT. De ultrapassado este obstáculo, o peregrino permissão tem para divisar a Tríade Suprema – AWEN celta.

Se sua carne e sua alma estar verdadeiramente purificadas. Se seu espírito viver já na elevação, o AWEN (Tríade Sephirotica superior) descerá e a Iluminação – União cerimonial com o Todo, será obtida. Assim se completam aquelas Bodas Alquímicas (das que falara Christian Rosenkreuz), casamento, fusão – do eu inferior transcendido com o Eu superior imanente. Unidade da Luz brilhante do Espírito Solar com a Matéria, por médio da materialização do espírito em nossa carne. Devido a previa espiritualização, a sua vez, da nossa carne na matéria…

Mas cuidada confiado caminhante, se fores afrontaro abismo de Daat, sem devida purificação ter sido já realiza. Pois, em esse caso, este abismo com força repeler-te-á deitando de novo tua mônada no início da árvore, na esfera física de Malkuth, onde de novo tua penosa ascensão terá começo: através da espiralada senda, das duras e precisas experiências, encarnação apos encarnação. Repetindo a ronda novamente.

Este sacrifício, da interior ritual crucifixão individual, somente pode ajudar a evolução coletiva, quando um Avatara do ciclo, realizar esta dramática entrega pelo mundo.

Assim, quando o Avatara de Peixes, Ye´Shoua (em hebraico significa “Eterno Salvador”) realizou aquela proeza, entregando-se na cruz solar, do madeiro do Golgota, o caminho vertical ficou aberto. Quebrado foi o véu de Paroketh, que impedia à humanidade passar da experiência evolutiva na tríade inferior emocional da árvore.

Necessário foi aquele véu de Paroketh, permanecer ativo, enquanto a humanidade estava experimentando sua aprendizagem emocional – instintiva, dentro das esfera lunar de Yesod, comandada por Vénus Netzach, e que vibrava em Mercúrio com Hod. Permitindo à humanidade assimilar o conhecimento sensitivo, da vitória, na fertilidade da jovem deusa soberana em Netzach. Contrastada pela vontade do conhecimento masculino do jovem deus mercurial, gloirificado em Hod. Equilibrado pela sua sintese, no claro – escuro lunar do umbral Yesod, passivo e ativo….

Assim, pois, ao Avatara Ye´Shua, com seu sacrifício ritualístico, ao quebrar o véu que mantinha à humanidade presa na tríade, que trabalhava o peito emocional (para equilibrar nossos sentimentos); permitiu-nos, como coletivo traspassar – elevar-nos – à nova experiência mental – dentro da Tríade Ética.

Por meio desta entrega, na cruz da luz solar, no madeiro – árvore sagrada, a humanidade que previamente trabalhou, seu poder físico, na esfera inicial de Malkuth, que à seguir trabalhou seu emocional na Tríade Astral; agora tem permitido trabalhar seu mental – na mais elevada Tríade Ética. Conseguindo ao corpo simbólico Cabeça, Tronco e Extremidades, unificar, por trabalho persistente e árduo, seu Trisquel ou Tríade: Corpo – Alma – Espírito. Equilibrando nossos poderes.

Dando passo, com esta entrega, a Redenção da humanidade como conjuto.

Agora, uma vez que a humanidade já experimentou, desde tempos do Iluminismo (herdeiro do caminho aberto por Francis Bacon, René Descartes, John Locke e Baruch Spinoza, entre outros) o poder da ração concreta. Racionalidade bem assente por génios como Voltaire, Diderot, Rousseau, ou Immanuel Kan… Agora temos direito a experienciar o mundo mais intuitivo do Mental Abstrato. Ascendendo mais um degrau na escada de Jacob, de volta ao Palácio do Rei. Palácio que a reconstruir no nosso interior, pois todos somos o filho pródigo (mónada) que encarnou, com livre arbítrio. Depois, por ignorância, nos mundos da matéria se perdeu, para concretizar enriquecedoras experiências: entender como se utiliza o Livre Arbítrio… Agora, devagar encaminha-se para voltar à casa do Pai, o Palácio do Rei, dado que todos somos princípes: faicas do Fogo Eterno, Igni, Energia primordial do Logos Cósmico, que permite o nascimento dos universos.

Sendo estes universos – versos do uno – planos físicos manifestados, que precisamente, permitem às mônadas divinas, obter estas nossas diversas e precisas experiências.

Dai, pudermos agora contemplar, como as mesmas novas tecnologias, nos encaminham ao desenvolvimento da nossa Abstrata, Intuitiva Mente. Dado a nova informação estar condensada em pacotes, que já não permitem, aprender por meio de sequência linear; senão através de círculos holísticos, por analogia.

A partir, de inícios do século XX, com as achegas de ilustres físicos como Faraday, Gustav Kirchhoff, Max Plank, Broglie, Werner ou Heisenberg, ficava aberto o caminho para o conhecimento do micro – do interior – graças a innovadora visão Quântica.

A partir, de inícios do século XX, com as achegas de ilustres físicos como Faraday, Gustav Kirchhoff, Max Plank, Broglie, Werner ou Heisenberg, ficava aberto o caminho para o conhecimento do micro – do interior – graças a innovadora visão Quântica.

Grupos de trabalho como o Eranos, iniciaram uma ponte, que permitia reconciliar, os velhos contrários: ciência e espiritualidade. Permitindo, à humanidade, ultrapassar a época em que a ciência precisou a religião confrontar, devido a estar ficar presa de prejuízos, que impediam qualquer avanço. A ciência teve que luta também contra certa espiritualidade, não religiosa, perdida nos abismos da superstição.

Espiritualidade que precisava ser resgatada de seu baixo astral, viçada em infernos – inferior, devido precisamente a navegar na tríade emocional – astral, da árvore, nos seus aspectos mais obscuros.

Aquela marca, que o sacrifício do Avatar de Peixes, Ye´Shua, permitiu cruzar, deixando aberto o caminho mental, ético, para a ciência, em início confrontar a queda duma espiritualidade decadente. Espiritualidade que precisava ser renovada. Como renovado devia ser também o ser humano, por dentro. Processo renovador longo, desde a crucifixão (no século I), passando pela queda do Romano Império, a chegada da gnose, a cabala, o caibalon, durante a Idade Média à Europa. Da qual Catalunha, o Langedoc, a falida Gallaecia de Prisciliano, seriam um rebento. Igualmente a ativação do centro geográfico árabe, recuperador do saber helénico e ponte, do saber oriental indiano, cara a Ocidente…

Transferência efetuada desde o Al-Andalus, ate o reino de Aragão, Castela, o Langedoc – e o elevado, posterior, desenvolvimento Cátaro… Depois rumar a onda ate o pré-Renascimento, Renascimento e, a Reforma, que permitiu separar o poder terreal da Igreja…

Assim, abrindo através da vontade imanente, que cria pressão, a continua mudança, em favor duma renovada humanidade. Com o sacrifício elevado de milhares, que como Nicolau de Cusa, recuperaram a Ética elevada de Platao, na Républica. Sendo ativado o ideal da perfeita cidade.

Esse ideal, permite agora transitar, de novo pela senda do sacrifício, humana crucifixão simbólica, do ciclo mercantil gasto e decadente, em favor do novo ciclo dos cidadãos.

Os antigos servos, que foram utilizados pelos Sacerdotes, no ciclo de Poder Teocrático; pelo Senhores feudais, no ciclo de Poder Régio; e pelos Comerciantes, no ciclo de Poder Financeiro… Agora, graças servir, com muito sofrimento, mesmo escravidão a estes sacerdotes, senhores e mercaderes… Estão prontos finalmente, para por outra senda de dor, via crucis, sacrifício, comandar o novo ciclo: onde eles serão o governo. Dentro das dinâmicas dos ciclos alternancia no terrenal poder.

Tudo isto, não se poderia dar, se antes o Avatara do Ciclo Zodical, não intervir para mudar, por meio da entrega na cruz solar, que conseguiu quebrar o véu de Paroketh, que impedia à humanidade ativar o poder da tríade ética… Pois em no universo tudo evolui, por meio de ciclos, limites e marcas. Transcender os mesmos somente é póssivel por meio de evolução , conseguida com o devido esforço.

Todas as árvores mitológicas de todas as Cosmogonias, nos falam desta oculta sabedoria. Desvelar seu conhecimento, permite encaminhar, na devida e reta senda às gentes do mundo.

Abandonando o Adharma e voltando ao Dharma.

Finaliza Annie Bessant, afirmando, na sua introdução a “A Sabedoria Antiga”: “O ser humano, evolui por encarnações repetidas, para as quais é atraído pelo desejo; e das quais se liberta pelo conhecimento e sacrifício, tornando-se divino em realidade, como sempre o fora em potencialidade” Para ascender a esse divino em nós, Tolstoi escreveu “O reino de Deus está dentro de vós”, livro que ao ser lido, em Sul-África, pelo jovem Gandhi, mudou a história do mundo: permitindo a revolta contra a injustiça, por meio da paz do coração e não com a negrura das armas. Libertando a humanidade do carma negro da guerra, que cria causa – efeito, atrelando nossa almas àquela Roda Indiana do Samsara. Na qual a queda na ignorância impede a ascensão na escada de Jacob, e a, referida, libertação do medo – insegurança. Desse medo insegurança surge a desconfiança. Dessa desconfiança, o medo ao contrário, que os poderes obscuros, tentam sempre em nós avivar, para criar uma densa camada energética, eletromagnética, que impedia a chegada da radiação ética gnóstica. Radiação que pode agora permear verticalmente, graças ao Avatara quebrar, com seu sacro oficio, sacrifício ritual, o véu de Paroketh, que nos tinha atados a tríade inferior, a nosso inferno astral, por demasiado tempo!

Sejamos dignos desta libertação, ativado, dentro de nós, o amor fraterno. Não deixando, que o ódio, ressentimento, ira nos vençam. Fazendo, possível, com a libertação da nossa alma entender a grande mensagem de Ye´Shua, O Eterno Salvador, de que é chegado o tempo de: Amar-nos os uns aos outros!

Pois O Eterno Salvador, com seu sacrifício, deixou aberto o caminho vertical, que comunica ao filho em Tiphareth, com o pai em Kether, uma vez transapassado o abismo de Daat… Para que agora todos podamos entender, por que ao Pai somente se pode chegar atraves do Filho.

Elevemo-nos todos com o nosso amor a Esfera Cristológica de Tiphereth, e vibremos em ela, praticando o ressurgir, no sacrifício de mudar nossas medrosas emoções, permitindo-nos ser guiados pela Mental conduta Ética.

A humanidade, está afrontado um impulso, encaminhado a uma Nova Era. Fagamos essa mudança, em harmonia, fomentado “Ajuda Mútua” que explicou Kropotkin. Fagamos possível o governo dos cidadãos. Criar a Cidade Perfeita, que sonhou Platão, na sua República.

A humanidade, está afrontado um impulso, encaminhado a uma Nova Era. Fagamos essa mudança, em harmonia, fomentado “Ajuda Mútua” que explicou Kropotkin. Fagamos possível o governo dos cidadãos. Criar a Cidade Perfeita, que sonhou Platão, na sua República.

Mas o primeiro trabalho, nasce no nosso interior: derrotando o demónio da guerra em nós, algo somente possível se formos capazes de derrotar, o grande medo a não sobrevivência.

Trabalhemos, por uma humanidade voltada ao seio da Mãe, Natureza, permitindo os ciclos de regeneração que criam abundância. Pois é criando escassez, que os poderes obscuros, nos confrontam e nos fazer viver, dentro do mundo da guerra.

O amor é a chave: Amando-nos uns aos outros… Será um caminho difícil, cheio de pedras. Mas a experiência do caminho é essa: obstáculos e pedras, são parte da sua natureza!

Nem sempre teremos forças para subir. Mas contornado o rio, quando não pudermos ascender às montanhas, ao oceano do amor, todos e todas chegaremos!

O gado é satisfeito em seu pasto, as árvores e as plantas são verdes, os pássaros voam de seus ninhos. Suas asas são levantadas em louvor de tua alma. As cabras pulam em seus pés. Todas as coisas voando e vibrando, vivem quando tu alma brilha para elas. Do mesmo modo os barcos competem acima e abaixo do rio, e cada maneira de ser está aberta, porque tu apareceste. O peixe no Rio salta diante do teu rosto. Seus raios vão para a profundidade do mar.

(Do Hino a ATON – escrito na época do Farão Akenaton)

Artur Alonso Novelhe

Artur Alonso Novelhe

Galego, mas nascido no México, é diplomado pela Escola Pericial de Comércio de Ourense. Exerce como funcionário do Serviço Galego de Saúde do Governo da Galiza. Publicou várias obras de poesia e colabora habitualmente com diferentes publicações, entre as quais o PGL. É sócio da Associaçom Galega da Língua (AGAL) desde os meados dos anos 80 e académico da AGLP.
Artur Alonso Novelhe

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