PGL – Bieito Lobeira, porta-voz em matéria de Língua do BNG na Câmara galega, apresentou umha pergunta relativa «ao uso de topónimos galegos inconstitucionais por parte, precisamente, do Tribunal Constitucional».
O deputado nacionalista solicitou resposta por escrito a esta questom que chega motivada pola mensagem oficial que o TC remeteu para o Parlamento comunicando a admissom a trâmite do recurso de inconstitucionalidade promovido polo Governo espanhol à Lei galega de caixas.
Segundo Lobeira, na referida comunicaçom indica-se que a Câmara autonómica está sediada na província de «La Coruña». Em sua opiniom, trata-se de um facto que «chama poderosamente a atençom», pois o Constitucional é o «intérprete ‘supremo’» da Carta Magna e, ainda, a Lei de Normalizaçom Lingüística estabelece que «os topónimos da Galiza terám como única forma oficial a galega».
Para o porta-voz de Língua do BNG, ao ser a Lei de Normalizaçom umha norma adequada aos parâmetros da Carta Magna espanhola, encontramo-nos ante umha situaçom «surrealista». Destarte, o Tribunal encarregado de garantir a constitucionalidade das leis utiliza para a Galiza «topónimos inconstitucionais e preconstitucionais, contrários à legalidade vigente».
Por tal motivo, do BNG perguntam a Secretaria Geral de Política Lingüística pola sua opiniom ante esta situaçom. Ainda, pedem saber se o departamento que chefia Anxo Lorenzo tem previso dirigir-se ao TC «para lhe lembrar as suas obrigas, também constitucionais, de respeitar o nome oficial dos topónimos galegos» e em que prazo e por qual via será essa comunicaçom, se a houver.
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