PGL – O grupo parlamentar do BNG, através dos deputados Carme Adán e Bieito Lobeira, perguntou à Junta sobre a ausência de impressos em galego para solicitar o Seguro Escolar em galego, e reclamou que se podam ministrar as ciências em galego.
Para os representantes nacionalistas, nom se trata de um jeito comum de exclusom, já que os documentos estám disponíveis em espanhol e mesmo em catalám. Portanto, som a língua galega e o euscara os idiomas ignorados para o preenchimento dos impressos necessários para receber a prestaçom.
Os documentos edita-os o Ministério espanhol de Trabalho e Imigraçom, e, como se pode ver nesta ligaçom, só da a opçom de aceder a eles em catalám e espanhol, ainda tendo a possibilidade de fazer consulta de toda a informaçom sobre o Seguro Escolar em todas as línguas do Estado e duas do estrangeiro (francês e inglês).
Para Adán e Lobeira «esta situaçom nom é aceitável», já que «anula o direito de galegas e galegos a poderem processar o seguro escolar no idioma próprio do seu país, marginando-os». Além diso, consideram-na contrária à legalidade vigente em matéria lingüística.
Destarte, os porta-vozes do Bloco perguntárom à Secretaria Geral de Política Lingüística se tem pensado dirigir-se ao Ministério de Trabalho para pôr fim a este «tratamento discriminatório» e se conhece a razom do Governo espanhol para justificar esta marginalizaçom.
Solicitam ministrar as ciências em galego
Umha outra atuaçom do grupo parlamentar do BNG foi umha Proposiçom Nom de Lei para a defesa da língua galega no ensino científico-tecnológico nom universitário. O motivo desta iniciativa é que, coincidindo com o começo do novo curso académico, será vigorado o decretaço, a norma criada pola Junta sobre o uso das línguas no ensino e que exclui o galego das matérias de ciências e tecnologia, além de desbotar o material didático já editado na nossa língua.
Adám e Lobeira lembram que o decreto «fai retroceder pola primeira vez o avanço e normalizaçom da língua do País no ensino, ficando numha situaçom mui precária no período infantil ou no ensino científico e tecnológico». Aliás, senta um «duro precedente» com a previsom de medidas sancionadoras para professores que quigerem exercer o seu direito a lecionarem em galego e àqueles centros que mantiverem os livros de texto e demais material didático no nosso idioma.
Os parlamentares incidírom na «importáncia» que tenhem a ciência e a tecnologia na nossa sociedade, e o papel que joga «a aquisiçom de um vocabulário rico e extenso nesta área do saber» tanto para o seu futuro académico e laboral, como também para se relacionarem com a «sociedade cada vez mais tecnológica em que se vive». Neste senso, mencionárom as intençons da Real Academia Galega de procurar no português do Brasil «umha terminologia ajeitada para os neologismos vencelhados a umha disciplina emergente, a Ciência do Solo».
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