PGL– Queremos Galego chamou em conferência de imprensa à rebeliom contra a «proibiçom do uso do galego» no ensino que decretou o governo de Núñez Feijóo. Carlos Callón, porta-voz do colectivo, manfestou o apoio à comunidade educativa e às famílias ante situaçom gerada polo decretaço.
Segundo Callón, «o conselheiro da Educaçom mentiu quando dixo que as instituiçons comunitárias avalizam o seu `decretaço´e volveu mentir quando afirmou que o auto emitido polo TSJG significa validar a legalidade da norma».
Quanto à presença quantitativa do galego nas aulas, Callón quijo amossar a contrariedade contra a política que pregoou de maneira continuada Feijóo. «Umha cousa é o equilibro propagandístico que nos tratam de vender com a tristemente conhecida `campanha do milhom de euros´e outra bem diferente é a realidade, que de feito já vem também de decretos anteriores e foi denunciada em inumeráveis ocasions». Destarte, «numha parte maioritária dos centros a legislaçom nom se aplica e aulas que deveram desenvolver-se em galego som na prática em espanhol».
Inexistente apoio europeu
Em referência aos supostos «parabéns» que a Junta recebeu por parte da comissária europeia de Multilinguismo Androulla Vassilou, Callón assegura nom forma parte mais que do «perigoso jogo da manipulaçom da realidade» do conselheiro da educaçom, pois o único apoio publicamente recebido por Jesús Vázquez Abad em Bruxelas «foi o dumha eurodeputada do Partido Popular».
+ Ligaçons relacionadas:
- TSJG nom suspende ‘decretaço’ e a Mesa denuncia «manipulaçom» da CRTVG [PGL, 17/09/2010]
- Nom aplicar o ‘decretaço’ é «cumprir a Lei», di a Mesa [PGL, 14/09/2010]
- Reclamam poder ministrar as ciências em galego e contratar o seguro escolar na nossa língua [PGL, 03/09/2010]
- Real Academia Galega projecta recorrer o ‘decretaço’ [PGL, 30/06/2010]
- A Mesa pede à Junta que aclare se vai gastar um milhom de euros em propaganda do decretaço [PGL, 07/04/2010]
