PGL – Nuns actos que decorrêrom em Bruxelas e numha carta enviada desde a Sociedade Anónima de Gestom do Jacobeu, o espanhol é a língua empregue, ignorando em o galego como idioma para as comunicaçons.
Comportamentos coma estes, além de repetir-se mui habitualmente nos últimos tempos, amossam a discriminaçom progressiva por parte do Governo galego e os seus departamentos da língua galega. Deste modo, o castelhano vai substituindo aos poucos o papel do galego como língua de uso correnteCon, dando marcha atrás a lustros de normalizaçom do galego neste âmbito.
Em resposta à questom parlamentar formulada por Carme Adán e Bieito Lobeira sobre o uso do espanhol nas cartas remetidas pola Sociedade Anónima de Gestom do Jacobeu, o Grupo Parlamentar do BNG recebeu umha pequena dose de publicidade institucional sobre as actividades de promoçom de congressos e cursos por parte da Sociedade de Gestom, enquanto se escusavam por «um erro» ao enviar as cartas em espanhol a todas as entidades, já que o habitual era enviá-las só às de fora da Galiza.
Ainda, outra situaçom em que o galego fica relegado do seu papel foi no Encontro sobre Literatura organizado em Bruxelas pola Presidência espanhola da Uniom Europeia. Segundo a Secretaria Geral de Política Lingüística esta é «umha iniciativa muito relevante para a projecçom exterior da língua e da cultura galegas a realizaçom de um evento como o Encontro sobre Literatura ―organizado em Bruxelas pola Presidência espanhola da UE-, em que a Galiza estivo representada por pessoas vinculadas a este âmbito».
Para o Grupo Parlamentar do BNG, contar com um serviço de interpretaçom de galego asseguraria a máxima recepçom entre os participantes ao encontro dos contidos expostos por Xavier Queipo, Dolores Vilavedra, Craig Patterson e Víctor Freixanes. Porém, Política Lingüística argüi que «o serviço de interpretaçom nom lhe foi solicitado em nengum momento».
Para o BNG, com estes detalhes pode-se decifrar um comportamento de total desprezo a respeito da normalizaçom total do galego por parte da Junta da Galiza, que ignora mais umha vez «em que País governam e qual é qual é a sua língua própria, que semelha mais um estorvo que parte importante da sua identidade».
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