PGL – A Junta continua com os incumprimentos em matéria lingüística, segundo se extrai de umha recente pergunta apresentada por Carme Adán e Bieito Lobeira, parlamentares do BNG, que denunciam o envio de um manual que exclui a nossa língua.
Desta vez o motivo da pergunta parlamentar é envio por parte da Conselharia da Educaçom e a Ordenaçom Universitária dum manual de prevençom de riscos laborais, o qual foi redigido na íntegra em espanhol.
Este facto produz-se só umha semana depois de se ter publicado no Diário Oficial da Galiza o Decreto 79/2010 que reduz a presença do galego no ensino. Esta legislaçom estabelece literalmente que:
1. Na Administraçom educativa da Galiza e nos centros de ensino sustidos com fundos públicos utilizará-se, com carácter geral, a língua galega e fomentará-se o seu uso oral e escrito (…).
O Governo inaugura umha nova etapa na educaçom a respeito do uso das línguas incumprindo a legislaçom defendida e aprovada polo mesmo, ignorando a obriga, legal e estatutária, de usar a língua galega de modo oral e escrito nas suas relaçons com os centros. Por todo isto o BNG remeteu as seguintes perguntas:
- Por que razom a Conselharia da Educaçom e Ordenaçom Universitária envia a centros de ensino dela dependentes um manual de prevençom de riscos laborais integramente em espanhol, excluindo assim o uso do idioma galego?
- É este o modo de fomentar “o uso oral e escrito” da língua galega?
- Cumpre nesta actuaçom o estabelecido no artigo 3º do Decreto 79/20107
- A quantos centros se lhes enviou este manual que discrimina a língua galega?
- Considera que o galego é um idioma apto para figurar num manual de prevençom de riscos laborais?
- É possível que de ser redigido em galego este manual pudera provocar
um incremento dos acidentes de trabalho no sistema educativo galego?- Tem previsto a Conselharia da Educaçom corrigir esta actuaçom?
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