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Mirandês precisa de organismo que represente os seus interesses

PGL – Participantes da II ediçom do Geada, festival de cultura mirandesa celebrado em Miranda do Douro, concluírom que a língua mirandesa precisa de um instituto ou de um organismo público que represente os interesses da segunda língua oficial de Portugal, para que, deste modo, deixe de ser tratada e estudada apenas voluntariamente.

Nesta linha manifestou o seu parecer Artur Nunes, presidente do município mirandês, na conferência Falar ye Bibir, integrada no 10º aniversario de oficializaçom do mirandês que este ano se assinala.

Nunes explicou que «é preciso passar da teoria à prática para que o mirandês deixe de ser uma língua estudada e divulgada apenas por voluntários». Ainda, o autarca defendeu que o mirandês deverá ter um estatuto cultural, de educaçom ou científico e está ciente que «os linguistas anseiam por um novo estatuto» para que assim possa haver novas parcerias.

 

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