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Mais de 20.000 pessoas manifestárom-se a favor do occitano em Carcassona

Nationalia.cat – ‘Occitano língua oficial’, ‘Liberdade pola línga, polo país!’ e ‘Occitano na escola’ fôrom algumhas das reivindicaçons mais escuitadas nas ruas da vila de Carcassona durante a manifestaçom deste sábado.

A reivindicaçom colectiva reuniu a milheiros de pessoas -20.000 segundo a organizaçom, 14.000 segundo a policia e 25.000 segundo alguns médios de comunicaçom- a favor da normalizaçom do ocitano.

Anem Òc! (‘Vamos Sim’!) é a associaçom que fazia a chamada à marcha e que aglutina a dezenas de entidades e organizaçons comprometidas com a língua ocitana, entre as que se destacam o Instituto de Estudos Occitanos (IEO), Felibrige, Felci, Calandreta e Òc-Bi (Associaçom de pais de alunos para o ensino bilingüe público).

As demandas que se figérom durante a mobilizaçom, explicitadas no manifesto, atendiam a quatro pontos: meios de comunicaçom -criaçom de rádio e televisions públicas em occitano, e ajudas ao sector privado-, cultura -apoio à expressom cultural em occitano-, ensino –imersom lingüística ou bilingüismo com paridade horária- e vida pública -presença da língua nos espaços públicos, a toponímia oficial e a vida social-.

A manifestaçom tivo como grande referência à aprovaçom, no mês de julho de 2008, de umha modificaçom da Carta Magna francesa que incluía una mençom às línguas minoradas. Concretamente, o artigo 75 enuncia agora que «as línguas regionais pertencem ao património da França». Os participantes quigérom lembra que, desde esta modificaçom, o Estado francês nom deu nengum outro passo para avançar na normalizaçom das suas línguas. O presidente do IEO, David Grosclaude, explicou que «estamos muito enfadados polas promessas que parecem nom ter nengum valor para aqueles que as figérom».

Outro facto destacável foi a participaçom no acto de representantes eleitos de primeira ordem como o presidente da cámara de Carcassona, Jean-Claude Pérez, o eurodeputado dos Verdes, José Bové, e Joan Thomàs, do Partido Occitano. Também estava o síndico de Aran, Francés Boya, e o ex vice-presidente do Parlamento Europeu, Gérard Onesta, entre outros cargos de toda a Occitánia, incluídos alguns presidentes de cámaras das Valadas ocitanas, na regiom do Piemonte italiano.


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