PGL Países Cataláns – Por volta de 30.000 pessoas participárom ontem nas manifestaçons que tivérom lugar em Barcelona com motivo da Diada da Catalunha numha jornada marcada polas denúncias contra o racismo lingüístico.
Um dia antes da festa nacional da Catalunha, um agente da polícia espanhola acusou de alterar a ordem pública a umha mulher de origem peruano por falar em catalám. «No le entiendo» respondeu o agente, «Jo tampoc» recusou ela. A reacçom do polícia foi pedir o bilhete de identidade e comunicar-lhe que estava arrestada.
Na mesma linha, há escassas semanas que publicávamos no PGL as denúncias de um jovem que foi detido e agredido por se ter dirigido a um agente da Guarda Civil, neste caso, nas Ilhas Baleares.
A manifestaçom começou sobre as 18:00 horas, saíndo da praça de Urquinaona e terminando na Ronda de Sant Pere com discursos do presidente Móra e do escritor Jordi Bilbeny, e actuaçom da Elèctrica Dharma. O facto de a isarelana Noa ser convocada para actuar na festa nacional da Catalunha espertou umha grande polémica, mercê às freqüentes declaraçons da artista de repulsa com a causa palestiniana.
O Parlamento da Catalunha declarou o dia Festa Nacional catalana na sua primeira lei depois do restabelecimento do autogoverno, no ano 1980. O artigo 8.1 do Estatuto de Autonomia de 2006 declara: «Catalunha, definida como nacionalidade o artigo primeiro, tem como símbolos nacionais a bandeira, a festa e o hino». O artigo 8.3 estabelece: «A festa da Catalunha é no Dia Onze de Setembro».
+ Ligaçons relacionadas:
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