PGL – A Mesa pola Normalizaçom Lingüística denunciou perante o Serviço Galego de Saúde (SERGA) um novo caso de discriminaçom lingüística no sistema sanitário público. Nesta ocasiom, o de umha doutora de um centro médico de Ferrol que negou a atençom em galego a um paciente.
Segundo a organizaçom normalizadora, o doente foi ao centro de saúde Fontenla Maristany de Ferrol e foi atendido sistematicamente em castelhano, mesmo apesar de se exprimir em galego e solicitar de jeito explícito o atendimento na nossa língua.
A Mesa insiste em que «é obriga dos trabalhadores públicos garantirem o atendimento em galego aos usuários», circunstância que recolhe o Plano Geral de Normalizaçom da Língua Galega (PGNLG) aprovado no Parlamento em 2001.
Ainda, a entidade normalizadora aponta à necessidade do uso do galego para se dirigir a um galego-falante, já que, como indica o PGNLG, «o paciente só explica com precisom os seus sintomas falando na língua própria» e «só o médico que se comunicar nessa mesma língua pode fazer um verdadeiro diagnóstico».
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