PGL – «Os critérios de discriminaçom positiva em favor da língua nacional continuam sem ser política do governo medíocre e covarde PSOE-BNG», é o que denuncia AGIR, a organizaçom do estudantado independentista, após neste Verao oito dos finalistas a postos de auxiliar na USC obterem zero pontos nas provas de galego.
Da organizaçom estudantil falam em que, tal como já assegurou o partido maioritário do governo bipartido a respeito da sanidade, agora também «nom é preciso acreditar conhecimentos em galego nas universidade do País».
O facto das provas de galego nom serem eliminatórias fai com que «pessoal acreditado para servir a maior universidade da Galiza, tenha passado polas provas acessórias demonstrando, nom só um desconhecimento primário da língua nacional, mas mesmo um nulo interesse pola que é língua oficial (formalmente) da USC», salientam.
De AGIR, igualmente advertem que essa contradiçom «nom tem na classe política galega nengumha fonte de soluçons nem, é claro, entre a reitoria hipócrita que folcloriza o idioma com rituais de limpeza em que acreditam a sua carência de fluidez, de uso e de respeito algum pola autonomia da língua do País».
Finalmente, a organizaçom do estudantado independentista reivindica o seu orgulho «publicamente assumido» na defesa do monolinguismo e do reintegracionismo como «a única soluçom que como estudantes podemos determinar» ante «asfalácias sobre liberdade individual e outros dramas dos poderosos, sobre os quais é mui fácil teorizar desde a cómoda poltroa do catedrático espanhol-falante».
+ Ligaçom relacionada:
- Zéro em galego para entrar na USC. AGIR, Setembro de 2008.
