PGL – Na Alemanha, Portugal, Itália… resultaria impensável um sistema sanitário público com pessoal nom capacitado na língua maioritária da populaçom. Porém, Galiza, mais umha vez, será sítio distinto com umha excepçom garantida desde o próprio Goveron do país.
Da Conselharia de Sanidade, gerida polo PSOE, já foi anunciado que na vindoura oferta pública de emprego a prova de língua galega nom será eliminatória. Deste jeito, fica aberta a porta do Serviço Galego de Saúde (SERGAS) para pessoal sanitário nom capacitado na língua galega.
O secretário-geral do SERGAS, Cayetano Rodríguez, manifestou que isto será assim porque a Junta «tem clara a prioridade», isto é, o acesso à sanidade pública de suficiente pessoal como para cobrir as demandas dos pacientes.
Deste jeito, os responsáveis sociailstas da Sanidade pública afastam-se do Bloco Nacionalista Galego (com os quais estám coaligados), que através de Bieito Lobeira manifestou ser o galego «sinónimo de qualidade [no SERGAS]», e alinham com a oposiçom.
