PGL – O parlamentar do BNG Bieito Lobeira apresentou à Mesa da Câmara umha questom sobre a situaçom na que se atopará o galego após a aprovaçom da Lei de Caixas de Aforro da Galiza.
A Disposiçom Adicional Primeira da Lei de Caixas de Aforro vigente estabelece que estas entidades «favorecerám no seu âmbito a normalizaçom progressiva do uso da língua galega e promoverá seu uso, tanto nas comunicaçons escritas coma orais».
A nova Lei inclui nom apenas inclui as caixas galegas —ou a resultante da sua eventual fusom— mas também as forâneas que operam no País, que deverám oferecer aos seus clientes a possibilidade de formalizarem contratos e receberem comunicaçons periódicas em galego.
O certo é que até hoje é quase impossível, mesmo nalgumha caixa galega, formalizar trâmites em galego. Os avanços neste senso fôrom mui tímidos, e em nengum caso se garante o direito a que a língua galega esteja presente em gestons ou em informaçom, ainda no caso de ter sido solicitado polo cliente.
Assim, BNG solicitou a resposta por escrito por parte do governo galego acerca da situaçom actual, reclamando informaçom sobre o cumprimento destas premissas por parte das caixas que operam na Galiza —quer sejam galegas, quer nom— e de quais som os campos em que a presença do nosso idioma é maior ou menor. Os nacionalistas também reclamárom saber quais serám as medidas que adoptará a Junta para garantir o cumprimento das obrigas lingüísticas das caixas.
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