PGL – O diário La Voz de Galicia recolhe hoje umha carta aberta a Alberto Núñez Feijóo remetida polos secretários-gerais na Galiza dos sindicatos estatais UGT e CCOO, José Antonio Gómez e Xosé M. Sánchez Aguión.
O escrito conjunto começa como burlando-se dos chamamentos ao «consenso» que o presidente da Junta tem reclamado ao redor do rascunho de novo Decreto do galego. Assim, Gómez e Aguión assinalam que «com a sua proposta […], com a sua atitude [….], alcançou um importante ‘consenso’… em contra».
Os secretários-gerais de UGT e CCOO na Galiza criticam que Feijóo pretenda «a golpe de ‘decretaço’» romper os «frágeis equilíbrios» tecidos ao redor do Plano de Normalizaçom Lingüística de 2004 realizando «umha perfeita declaraçom de hostilidade».
Também se referem os dirigentes sindicais à proposta de que as línguas estrangeiras tenham até um terço das horas lectivas, igual que as línguas oficiais, questom que consideram «no mínimo, imprudente».
Por último, tratam a questom da tam cacarejada ‘liberdade de escolha’ de pais e mães no que diz respeito da língua em que devem ministrar-se as matérias. Para Gómez e Aguión, isso implica «abdicar de responsabilidades próprias e introduzir elementos de conflito de dimensom dificilmente avaliável», além de resultar umha «falácia». Ao seu ver, a pretensom da Junta é alimentar o conflito para que «perdure no tempo a modo de distracçom».
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