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Relançamento de Galiza Rebelde

PGL – Depois de uns meses nos quais o projeto nom colmou as expetativas iniciais, a equipa fundacional de Galiza Rebelde decidiu relançar e dar um novo impulso ao projeto. Em sua opiniom, é necessário um sítio galego de promoçom de novas nom hierárquico «em chave soberanista e anticapitalista».

Contrariamente a outros sites, de temática muito mais heterogénea, Galiza Revelde visa ‘especializar-se’ na informaçom sobre «as luitas da classe trabalhadora tanto na Galiza como no resto do mundo» e recolher também «as dos povos a favor da sua emancipaçom nacional e social».

Este relançamento chega duas semanas depois do encerramento do portal de notícias colaborativo Chuza. No entanto, aclaram que a decisom estava gestada com anterioridade, mas reconhecem que esse acontecimento resultou fulcral e aspiram a cobrir parte do vazio originado, pois «a frente informativa é fundamental para construir poder popular e combater a falsificaçom contínua que nos oferecen os meios empresariais».

Galiza Rebelde nom aspira a concorrer com nenhuma outra iniciativa existente ou em andamento, pois acreditam «numha rede galega onde podam e devam coexistir várias páginas de promoçom social de novas com diferente orientaçom». O objetivo fundamental vai ser o de difundir «novas de interesse que valham para fornecer a organizações e colectivos de dados atualizados dos movimentos que estám a luitar pola superaçom do capitalismo em todo mundo».

Mais de ano e meio na rede

A nota de apresentaçom pública de Galiza Rebelde produziu-se a 27 de janeiro de 2009. Porém, em declarações ao PGL, a equipa fundacional confirmou que levavam já vários meses a trabalhar no projeto.

Nas suas próprias palavras, «a ideia de criarmos um novo espaço galego de conteúdo transformador e alternativo […] parte de conversas informais sobre a rede galega, das eivas e vantagens dos actuais sítios que se costumam classificar como ‘contra-informativos’, ainda que nós preferimos o conceito de ‘comunicaçom popular’».

Dar voz aos coletivos sem voz ou com dificuldades de promoçom das suas atividades e inquietações foi desde o começo umha das principais preocupações do site, sempre com vocaçom de criar comunidade. «O problema atual nom é o disponibilizar um lugar para se expressarem, que já existe, mas um espaço de relacionamento e de diálogo. O repto é, portanto, conformar umha plataforma comunitária […]. Um lugar onde conformar umha comunidade que tente deixar atrás certas dinámicas negativas e enfrentamentos virtuais […]».

Recuperaçom de Chuza

Ao tempo que se produz esta boa notícia, continuam os trabalhos para a recuperaçom do site Chuza. Depois de que o seu anterior gestor, Berto Yáñez, decidisse abandonar o projeto por falta de revezamento, um grupo de usuários uniu-se para intentar criar umha associaçom e assumirem o temom.

Por enquanto, foi criado um site provisório com endereço Chuzar.gl, no qual se está a proceder à adaptaçom do software que, como principal novidade, permitirá a consulta do site nom apenas na norma isolacionista, mas também na norma internacional do galego.. Finalizada essa tarefa, e após constituída a associaçom, o site será ligado com o já conhecido Chuza.gl, que seria cedido por Berto Yáñez. Por sua parte, o ex responsável do projeto trabalhará na conversom do velho site a umha cópia estática, sem dados de utilizador, para poder consultar o histórico de envios e que seria acessível no endereço Chuza.org.

Do Melhor

Após o encerramento de Chuza, muitos dos utilizadores ‘refugiárom-se’ na rede social portuguesa Do Melhor. Foi tam maciço o ‘êxodo’, que apenas dous dias depois o site estreou a categoria Galiza. O anúncio da criaçom da nova categoria foi feito público por um dos responsáveis do site, Paulo Querido, através do seu perfil no Twitter.

Apesar de ser uma rede social criada em Portugal, estatísticas recentes revelam que 52% de utilizadores procedem do Brasil, e 30% de Portugal. A nível mundial esta no posto 56.000 de páginas visitadas.

 

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