PGL – O Tribunal Superior de Justiça da Galiza resolveu o recurso contencioso-administrativo, apresentando pola Confederaçom Intersindical Galega (CIG), solicitando a suspensom da instruçom emitida pola Conselharia da Educaçom na que se ordena aos directores que proíbam actos a favor ou em contra do inquérito contra o galego.
O argumento do TSJG é queos actos informativos, as reunions e a difusom de pontos de vista distintos aos da Conselharia nom entorpecem, obstaculizam ou dificultam a consulta. Porém, o Tribunal nom considerou necessário suspender a totalidade da instruçom,como lhe solicitava o sindicato.
A CIG valorizou positivamente o auto do Tribunal Superior porque implica umha garantia dos direitos fundamentais e animou os professores a continuar com o trabalho informativo para que os pais e mães tenham a capacidade de responder com liberdade e conhecimento á consulta de quatro perguntas esboçada pola Concelharia.
É precisso lembrarmos que Educaçom proibira actos informativos e distribuiçom de notas divulgativas por parte de colectivos como as Equipas de Normalizaçom Lingüística ou o professorado, polo que agora a Justiça vai-lhes garantir que podam seguir informando os pais e maes com absoluta liberdade.
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