PGL – A perguntas do grupo parlamentar do BNG sobre as medidas que prevê a Junta da Galiza para a defesa da nossa língua no Berzo, território sob administraçom castelhano-leonesa, a Conselharia da Educaçom deixa cair que se limitará a prorrogar o acordo assinado polo governo bipartido.
Após umha digressom sobre a situaçom sociolingüística no Berzo ocidental —na província de Leom— e numha porçom da comarca da Seabra —Samora—, o departamento que chefia Jesús Vázquez lembra que as linhas de atuaçom de hoje em dia datam de agosto de 2006, quando a Junta bipartida assinou um convénio com o Governo castelhano-leonês para a promoçom da nossa língua nos concelhos galego-falantes dessa regiom.
Fruto desse convénio é o Programa para a Promoçom da Língua Galega, de setembro de 2006, que permitiu a promoçom do galego em centros de ensino nom universitário a partir do curso 2006-2007.
A Junta da Galiza diz entender que as linhas de atuaçom devem ser pactuadas com «a administraçom autonómica competente», isto é, «a comunidade autónoma de Castela e Leom».
Porém, a Conselharia da Educaçom nom avança programas novos, e limita-se a situar como «um dos objetivos centrais» o mantimento e ampliaçom do atual programa.
Nem sequer se alviscam avanços à hora de fomentar as atividades do movimento social de base, pois o departamento de Jesús Vázquez apenas se compromete a «continuar apoiando» iniciativas, mas sem concretar como se faria, ou se também para isso há de procurar a aprovaçom da Junta castelhano-leonesa.
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