Partilhar

13% das conversas na rua no País Basco decorrem em língua basca

Nationalia – 13,3% das conversas que as pessoas mantinham nas ruas do País Basco no ano passado eram em língua basca, com umha proporçom muito mais elevada em Guipúscoa e bastante menor em Álaba, Navarra e no País Basco do Norte.

Som dados extraídos da sexta Mediçom do Uso das Línguas na Rua, elaborada polo Cluster de Sociolingüística do País Basco. O estudo fai-se cada cinco anos desde 1989, e desde entom tem detectado um leve aumento no uso do vasconço na rua, ainda que durante a última década tenha estagnado.

Assim, há 23 anos a primeira Mediçom do uso detectou 10,8% de conversas em basco, proporçom que subiu até 13% no ano 1997. Desde entom, ficou estável. Os dados, porém, som mui diferentes segundo os territórios, já que o estudo mede a presença do idioma em todo o País Basco, incluindo Navarra e o País Basco do Norte.

Em Euscadi é onde a situaçom do idioma é melhor. Assim, em Guipúscoa 32,7% das conversas fôrom em basco no ano passado, numha tendência à alta que se mantivo desde 1989, quando a percentagem era de 23,3%. De feito, os guipuscoanos som os únicos bascos que estám a usar cada vez mais a língua própria em cada mediçom do uso. Em Biscaia decorrem em basco 9,4% das conversas e em Álaba 4% (nos dous casos representa umha leve melhoria a respeito do ano 1989 mas também um leve agravamento em comparaçom com o ano 2006).

Em Navarra, 5,7% das conversas decorrem em éuscaro. A proporçom foi diminuindo levemente mas sem interrupçom desde 1993, quando a proporçom foi de 7,5%. E no País Basco do Norte, as conversas em basco fôrom no ano passado de 6,2%, praticamente igual que há cinco anos.

Má saúde nas capitais, melhor entre crianças e moços

O relatório também detalha os resultados nas capitais. Pamplona, Bilbau e Vitória mostram registos mui baixos, à volta de 3%, enquanto Sam Sebastiám se situa claramente melhor, perto de 16%. Em todos os casos, as percentagens som notavelmente inferiores à média dos seus respectivos territórios.

O dado para a esperança do éuscaro é que a faixa etária que mais conversas mantém neste idioma é a do meninhos: 19,2% no global do País Basco, com um pico de 48,9% em Guipúscoa e um notável 9,6% no País Basco do Norte. Em ambos os territórios, o uso do basco nas conversas entre crianças está a crescer ininterruptamente desde há vinte anos. É justo o contrário do que se passa entre as crianças navarras e biscainhas, que desde há umha década mantenhem cada vez menos conversas em basco.

Os dados do estudo, segundos do Cluster, provenhem de 97 municípios de todo o País Basco que medírom o uso do idioma por parte de 363.000 pessoas, daí que os investigadores considerem que está garantida a “fiabilidade estatística”.

Lançamento de Begonha Caamanho, uma das nossas, em Lugo

Ângelo Brea apresenta Ensinamentos de Rahotep em Bertamiráns

Através Editora publica Ensinamentos de Rahotep, de Ângelo Brea, obra ganhadora do I Prémio de Criação Literária da Cátedra Carvalho Calero da USC

Lançamento de Tourists, go home? Em Ponte Vedra

Os artigos dos topónimos no novo Nomenclátor

Juan Luis Fernández apresenta o livro Futebol Gaélico em Celanova

Lançamento de Begonha Caamanho, uma das nossas, em Lugo

Ângelo Brea apresenta Ensinamentos de Rahotep em Bertamiráns

Através Editora publica Ensinamentos de Rahotep, de Ângelo Brea, obra ganhadora do I Prémio de Criação Literária da Cátedra Carvalho Calero da USC

Lançamento de Tourists, go home? Em Ponte Vedra