PGL- Hoje, 21 de maio, às 20h00 na livraria A lus do Candil de Arteijo terá lugar um novo lançamento do poemário Sete ch´iens a um posso de Silvia Capom. Apresenta Maria José Castelo. Organiza ATRAVÉS|EDITORA.
No texto da contra-capa do volume, que reprozudimos a seguir, pode-se ver uma aproximação a esta obra:
“se as palavras fossem prescindíveis. no fundo, na superfície, o poema é a fugida, a cambalhota à procura do além. escrevo para rebentar o tempo pelas costuras, como quem pega na vida arrastada do passado, borborigma até parir dias como gomos. se o mundo fosse um fundo de oceano atravessado de uma lentidão que torne tudo tacto, líquido acariciando ombros, ondeantes os cabelos e os gestos. mole, afinal de contas. detesto as arestas, fujo sempre à questão, porque a questão no fundo é a distância, a fossa que nos afasta. escrevo para esquecer que a matéria é breve e os corpos são impenetráveis.”

A autora:
Silvia Capón passou a infância entre Vigo e Tui. Desde pequena as suas paixões foram a leitura, a música e a casa da sua avó materna, Rita. Basicamente, apresenta uma linha biográfica curva com função (+ ou -) inconstante, com xy’s, pontos (de encontro e não), atualmente em progressão ascendente da linha 0 do plano. Voilà… Uma parábola!
