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Novidades Através: ‘As mulheres que amavam os videojogos’ de Antia Seoane e Maite Sanmartín

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Embora as estatísticas indiquem que as mulheres são, pelo menos, metade das pessoas que usam videojogos, persiste a ideia de ser um espaço masculino.

Em As mulheres que amavam os videojogos as autoras –Antia Seoane e Maite Sanmartín– proporcionam com maestria novas formas de abordar o género e a jogabilidade, questionando o universo masculino dos videojogos e o modo como as mulheres são representadas nessa cultura (gamer, personagem hipersexualizada, consumidora de jogos) exigindo o reconhecimento do seu lugar neste universo, por direito próprio.

Com prólogo de Isabel Dias, professora agregada com associação da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, o livro já pode ser adquirido nas livrarias. O índice pode ser consultado aqui.

“Adoramos os videojogos. De crianças já gostávamos. Sei lá o motivo desse fascínio, mas para nós existiu sempre. Hoje, achamos que são um meio narrativo de grande potencial e uma forma de arte. Importamo-nos com os videojogos, mas eles nunca se importaram connosco: a indústria parece ter um problema com a nossa existência, porque não a reconhece.

E apesar de tudo, como muitas outras, continuamos a jogar.

Embora as estatísticas indiquem que as mulheres são, pelo menos, metade das pessoas que usam videojogos, persiste a ideia de ser um espaço masculino. Então, que se passa connosco?”


Título: AS MULHERES QUE AMAVAM OS VIDEOJOGOS
Autoras: ANTÍA SEOANE E MAITE SANMARTÍN
Prólogo: ISABEL DIAS

Género: ENSAIO
Ano de edição: 2019
Descrição: 156 PÁGINAS, 13 X 19 CM
Encadernação: BROCHURA
Coleção: ALICERCES, 5
ISBN: 978-84-16545-30-8
Capa: RICARDO CABANELAS E MIGUEL DURÁN

Preço: 10 €


As Autoras

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Maite Sanmartín

Estudou Educação Primária na Universidade de Santiago de Compostela, onde cursou também o Mestrado de Igualdade, Género e Educação. Atualmente, trabalha no campo social. Entretanto, pensa sobre o género, no virtual e no tangível.

 

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Antia Seoane

Politóloga recentemente graduada e especializada em género e em igualdade. Os seus interesses são as novas maneiras de comunicar e o ecologismo.

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