O Povo improvisador, cuja primeira ediçom vira a luz há três anos, em 2022, é relançado de novo agora numha ediçom corrigida, na que destaca a nova ilustraçom da capa, assinada também por Séchu Sende.
Este livro compila uma série de relatos que mapeiam com múltiplas perspectivas a prática da improvisaçom oral em verso na Galiza.
O livro fala descreve a prática, curiosidades e potencialidade da poesia oral em verso no nosso país. Pretende, fugindo dos tópicos, ligar a criatividade popular e a rebeldia, utilizando a poesia oral como ferramenta emancipatória. Fala sobre a capacidade das pessoas para desenvolver a poesia. Fala de mistérios, aventuras e curiosidades do repente galego, um mundo cheio de oportunidades para mudar a realidade do século XXI com as vozes, as músicas e as palavras do povo.

Séchu Sende (Padrón, 1972) é escritor, professor e regueifeiro. O seu primeiro livro, Odiseas (1998), foi um dos primeiros títulos de Letras de Cal e os seus poemas aparecem em várias antologias da denominada Geraçom dos 90. Com a novela Orixe (2004) ganhou o premio Blanco Amor e com os relatos de Made in Galiza (2009) o premio Ánxel Casal. Em 2022 publicou O povo improvisador. Aventuras sobre poesia oral (Através Editora) umha aproximaçom à energia da oralidade poética para transformar o mundo. E em 2024 veu a luz o seu último livro, o poemário Passa-montanhas (Chan da Pólvora).
A sua obra, traduzida a distintas línguas –êuscaro, catalán, curdo, turco ou ruso–, foi adaptada para o audiovisual, o teatro, a música ou para diferentes manifestações da arte pop, de camisolas e roupa infantil até tatuagens, frascos de compota ou grafites.
