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NA SEMANA DO DESARMAMENTO E DA PAZ

cherife-01Conforme proclamado pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, de 24 a 30 de outubro é realizada a Semana do Desarmamento e da Paz. Só em 2014 o mundo desembolsou 1,8 trilhões de dólares para as despesas militares. E no ano atual, o de 2016, continuamos com os conflitos bélicos na Síria, provocando o gravíssimo problema de inúmeros refugiados que escapam para a Europa, ademais dos muito recentes “golpes de estado”, dos que, sem dúvida, está detrás a Cia americana, do Brasil, a Turquia e a Espanha. Tal como vêm de declarar muito recentemente numa entrevista o grande cineasta Oliver Stone, considerado acertadamente como “o anti-imperialista desde dentro do Império”.

Das mais de sete máfias que existem no mundo, a maioria radicadas nos EUA, a mais nefasta e poderosa é a “máfia das armas”. O poder da indústria armamentística é imenso, tão grande, que a maioria das guerras de ontem e de hoje (e de amanhã) foram provocadas muitas vezes de forma artificial e artificiosa para dar “saída” aos arsenais armamentísticos. Infelizmente, as armas não se fabricam para adornar as casas e os seus jardins ou as ruas das cidades, ou para colocar nas montras dum museu. As armas são fabricadas para usá-las. Contra, muitas vezes, seres humanos indefensos, crianças, mulheres e seres desarmados. Nas primeira e segunda guerra mundiais, na Coreia, Vietnã, Birmânia, Sudão, Guernica… e tantos outros lugares. E hoje no Iraque, Síria, Líbia, Palestina e Afeganistão. Amanhã se calhar no Irão, Turquia, Malásia, Indonésia ou em qualquer país de Latinoamérica. O caso dos EUA é um exemplo do que comentamos, participando na maioria dos conflitos armados que houve no mundo. Um país que move mais de 50 % do negócio mundial das armas. Mas também a Rússia, China, França, Reino Unido, e inclusive, de forma surpreendente, a Suécia, têm os seus negócios de arsenais, e mesmo Espanha. Países todos estes que movem o cinquenta por cento restante.

Neste país, EUA, que muitos equivocadamente põem como exemplo, mas que só é exemplo de cousas negativas para os cidadãos do mundo, diariamente se produzem matanças por armas de fogo, pois, como se sabe, estamos diante de um dos países mais violentos do planeta e cada dia morrem ali uma média de 31 pessoas por disparos de armas de fogo, sendo a cidade de Chicago a mais “modelar” em tão terrível tema. Em ocasiões bastante numerosas são escolares que disparam friamente e a mancheias sobre professores e colegas de turma. Noutras, indivíduos solitários que queriam acertar contas com inimigos supostos que só existiam nas suas doentias e loucas cabeças. A que há que acrescentar últimamente os fundamentalistas islámicos que já nasceram no país, manipulados vergonhentamente pelos “imãs” de serviço, que vão mesmo contra o que diz o seu livro sagrado. O caso é ter inimigos e facilidade para comprar armas com que os combater. Ultimamente estamos também conhecendo atos de violência em algumas cidades entre a polícia e pessoas de raça preta. A venda de armas é um grande negócio que nenhum político se atreve a perturbar – e, embora o quisesse, não vai poder fazê-lo – pois há uma poderosa organização com ampla influência no Congresso e no Senado, que leva o “lindo” nome de “Associação Nacional do Rifle”. O  presidente Obama tentou inutilmente, durante os seus oito anos de mandato, pôr limite à venda livre de armas, sendo derrotada no Senado a sua proposta. Há pouco da matança ocorrida numa discoteca de Orlando, onde houve 50 mortos e 53 feridos, a maioria de origem latina.

cherife-02O tema da venda livre de armas nos EUA, com ser muito grave (durante décadas temos visto muitos filmes do Oeste, onde o modelo de protagonista era o “bom pistoleiro”), não deixa de ser um problema doméstico, por circumscrever-se ao seu território. O grave é a indústria de armas para serem usadas noutros lugares do mundo, não importando para nada a defesa dos direitos humanos, que são papel molhado, quando se trata de vender armas a outros países inclusive inimigos. É particularmente caricato que se continue a chamar aos EUA “o país dos livres e lar dos valentes”, quando sabemos que no Vietnã utilizou massivamente armas químicas (o lançamento das bombas atómicas sobre Hiroshima e Nagasaki foi antes) como o napalm ou o agente laranja, não só contra as forças inimigas, como também sobre povoações civis e plantações, sem que tenha pagado nunca por isso, como nunca pagou por outros crimes de guerra. E agora de novo, pensando no seu interesse comercial de mais de 20 %, para a navegação livre por aqueles mares, depois de mais de 50 anos, voltou a autorizar a venda de equipamento militar ao Vietnão. Embora, como aos deste terrível negócio os direitos humanos não importem para nada, ademais de ao Vietnã do Norte, também vendam armas à Arábia Saudita, ao Egito e a Israel. E todos sabemos desde há muito pouco, pela desclassificação de documentos realizada no Reino Unido, o enorme engano que foi a “motivação” da invasão do Iraque. Tema que, numa elevada percentagem, é a causa do gravíssimo problema que na Europa temos com a chegada de tantos refugiados. Como também o gravíssimo perigo do enorme secretismo com que se estão levando últimamente os assuntos da OTAN e, entre eles, o seu arsenal nuclear de armas e submarinos.

Dentro de uma cultura de paz que todos devemos promover, é muito importante levar este tema às aulas dos nossos estabelecimentos de ensino. E, em especial, aos de ensino secundário. Para debater o tema escolhi dous filmes paradigmáticos, ambos realizados em EUA. Um já em 1954 e o outro em 2012. Este é um amplo documentário que realizou precisamente Oliver Stone, do qual falamos antes ao início.

FICHAS TÉCNICAS DOS DOUS FILMES:

  • 1. Título original: The Boy from Oklahoma (O rapaz do Oklahoma).cherife-00

Diretor: Michael Curtiz (EUA, 1954, 87 min., a cores).

Roteiro: Frank Davis e Winston Miller, segundo o romance de Michael Fessier.

Fotografia: Robert Burks. Música: Max Steiner. Produtora: Warner Bros Pictures.

Atores: Will Rogers Jr. (Tom Brewster), Nancy Olson (Katie Brannigan), Lon Chaney Jr., Anthony Caruso (Barney Turlock), Wallace Ford, Clem Bevans, Merv Griffin, Louis Jean Heydt, Sheb Wooley, Slim Pickens, Tyler MacDuff e James Griffith.

Argumento: Com a intenção de ser advogado, Tom Brewster, um estudante de leis contrário ao uso das armas, chega a Bluerock, uma pequena povoação em que vem de ser nomeado alcaide o major Barney Turlock, dono do salão. Para controlar a cidade a seu bel-prazer, o alcaide nomeia Tom xerife, pensando que sendo tão jovem pode ser manipulável. Tom terá de enfrentar um perigoso pistoleiro buscado em vários estados. Ao pouco tempo, conhece a bela Katie Brannigan, filha do anterior xerife, que faleceu em estranhas circunstâncias.

  • 2. Título original: The Untold History of the United States (A história não contada dos EUA).Diretor: Oliver Stone (EUA, 2012, 713 min., a cor e a preto e branco).historia-nao-01Roteiro: Matt Graham, Peter Kuznick e Oliver Stone. Documentário para TV (10 episódios)Música: Adam Peters e Craig Armstrong. Produtora: Ixtlan Productions e Showtime.

    Argumento: Série de TV de 10 episódios (2012-2013). A história contada e escrita por Oliver Stone em colaboração com Peter Kuznick centra-se na série de factos históricos que nunca trancenderam à opinião pública, mas que determinaram de maneira muito importante a complexa história dos EUA no século XX.

    Roteiro de episódios:

    1. A IIª Guerra Mundial: Ganharam realmente os EUA esta guerra? Mito ou realidade?
    2. Roosevelt, Truman e Wallace: Porquê os chefes do partido democrata apostaram por Truman?
    3. A bomba atómica: O que é que escondia a decisão de Truman de lançar a bomba sobre o Japão?
    4. A Guerra Fria (1945-1950): A gestação da ideia dos EUA como polícia do mundo.
    5. Anos 50, Eisenhower, a bomba e o Terceiro Mundo: A expansão militar.
    6. JFK, à beira do abismo: A crise do mísseis que pôde terminar em guerra nuclear.
    7. Johnson, Nixon e o Vietnã, um revés ao destino: Cara uma sociedade dividida.
    8. Reagan, Gorbachov e o Terceiro Mundo: O legado de Reagan, a debate.
    9. O triunfalismo americano: Queda do comunismo e a nova ordem mundial.
    10. Bush e Obama, a era do terror: Um 11 de setembro que mudou tudo. Dentro e fora dos EUA.

    .

 

 

NOS EUA, POR DESGRAÇA, A VENDA DE ARMAS É LIVRE:

    O tiroteio em massa acontecido em Orlando, Flórida, foi apavorante em escala: 49 mortos em um único incidente. Mas não é incomum dezenas de americanos serem mortos por armas de fogo em um único dia. Os homicídios com armas de fogo são uma causa comum de morte nos Estados Unidos, matando tantas pessoas quanto acidentes de automóvel (sem contar acidentes com vans, motos ou ônibus). Alguns incidentes chamam nossa atenção mais que outros, é claro. Contando os tiroteios em massa que viram manchetes e os milhares de americanos assassinados um ou alguns poucos de cada vez, os homicídios com armas de fogo totalizaram 11.961 em 2014, segundo o FBI (Polícia Federal dos EUA). Esse nível de violência torna os Estados Unidos altamente discrepantes em comparação à experiência de outros países de alta renda.

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Por todo o mundo, esses países apresentam taxas substancialmente baixas de homicídios com armas de fogo. Na Alemanha, ser assassinado com uma arma de fogo é tão incomum quanto ser morto pela queda de um objeto nos Estados Unidos. Cerca de duas pessoas para cada milhão são mortas com armas de fogo. Os homicídios com armas de fogo são igualmente raros em vários outros países europeus, incluindo Holanda e Áustria. Nos Estados Unidos, dous por milhão é aproximadamente a taxa de morte por hipotermia ou acidente aéreo. Na Polônia e na Inglaterra, apenas uma entre cada milhão de pessoas morre por ano em casos de homicídio com armas de fogo, praticamente a mesma frequência com que um americano morre em um acidente agrícola ou caindo de uma escada. No Japão, onde os homicídios com arma de fogo são ainda mais raros, a probabilidade de morrer dessa forma é praticamente a mesma da de um americano ser morto por um raio, aproximadamente uma chance entre 10 milhões.

Nos Estados Unidos, a taxa de homicídio com armas de fogo é cerca de 31 para um milhão de pessoas, o equivalente a 27 pessoas mortas a tiros para cada dia do ano. Os homicídios incluem as mortes em tiroteios em massa, como o ataque em Orlando ou o de San Bernardino (Califórnia). E, é claro, também incluem os muito mais comuns assassinatos com uma única vítima no país. As comparações internacionais podem ajudar a destacar quão excepcionais os Estados Unidos são. Em um país onde o direito de portar armas é prezado por grande parte da população, os homicídios com armas de fogo são uma importante preocupação de saúde pública. Entre homens de 15 a 29 anos, eles são a terceira principal causa de morte, atrás de acidentes e suicídios. Em outros países de alta renda, os homicídios com armas de fogo são eventos incomuns. Os últimos ataques em Paris mataram 130 pessoas, quase o total de homicídios com armas de fogo em toda a França em um ano típico. Mas mesmo se a França tivesse um tiroteio em massa tão mortífero quanto os ataques em Paris todo mês, sua taxa anual de homicídios com armas de fogo seria mais baixa que a dos Estados Unidos. A taxa de violência por armas de fogo nos Estados Unidos não é a mais alta do mundo. Em partes da América Central, África e Oriente Médio, a taxa de mortes por armas de fogo é ainda mais alta, próxima das de ataques cardíacos e câncer de pulmão nos Estados Unidos. No vizinho México, onde se desenrola a guerra das drogas, 122 pessoas por milhão morrem em homicídios com armas de fogo, uma taxa ligeiramente maior que a taxa de mortalidade dos americanos por câncer de pâncreas. Mas os países com esses níveis de violência com armas diferem dos Estados Unidos em muitas outras formas, incluindo produto interno bruto, expectativa de vida e educação. Entre as democracias desenvolvidas, os Estados Unidos são aberrantes.

O ROMANO E O BRITÂNICO, MODELOS PARA O IMPÉRIO AMERICANO:

    Oliver Stone no seu extraordinário filme conta a história dos EUA durante grande parte do século XX e inícios do atual século. Duma ótica diferente à “versão oficial”, cheia de mentiras, que se ensina nas escolas de tão infame país. O extenso roteiro da fita está centrado na história desde o periodo de entre-guerras, a 2ª guerra mundial, a guerra fria, a queda do bloco comunista, a globalização, os atentados do 11-S, a guerra contra o terrorismo e a crise económica de 2008. Trata factos específicos sensíveis na opinião americana, como a crise dos mísseis em Cuba, o assassinato de Kennedy, a guerra do Vietnão, o 11-S, a guerra do Iraque, entre outros. Fala de personagens históricas tanto estrangeiras como Stalin e Gorbachov e outros americanos como Henry Wallace. Mas a coluna vertebral do documentário são todos os presidentes dos EUA desde Franklin D. Roosevelt até Obama, dos quais descreve a sua gestão de forma cronológica, segundo chegaram ao governo. No documentário, com a sua própria voz, usa imagens da época e fragmentos de numerosos filmes. A visão objetiva e real que transmite do papel internacional do seu país é acertadamente negativa, acusando numerosos altos cargos do governo, e outras agências como a CIA ou o Pentágono, de provocarem golpes de estado, invasões, desestabilizações, guerra económica e de espionagem com países percebidos como ameaça para os EUA, a miúdo para defender os interesses “ianquis”. Exemplos claros e tristemente certos e reais das intervenções infames e contrárias a todo o tipo de direitos são os seguintes (a listagem não é exaustiva):

– 1945: Bombardeios atómicos sobre Hiroshima e Nagasaki, que não serviam para nada (só para matar milheiros de inocentes), porque o Japão já estava derrotado.

– 1950-53: Intervenção na guerra da Coreia, para evitar que se cumprisse supostamente a “Teoria do dominó”.

– Durante muitos anos: Guerra económica e de espionagem e corrida armamentística contra a URSS e China.

– 1953: Apoio ao golpe de estado no Irão.

– 1954: Apoio ao golpe de estado na Guatemala.

– 1960-66: Desestabilização do Congo e assassinato de Lumumba em 1961.

– 1964: Apoio ao golpe de estado no Brasil, que curiosamente se volta a repetir muito recentemente em 2016.

– 1965: Apoio ao golpe de estado na Indonésia.

– 1965-66: Ocupação norteamericana da República Dominicana (ocupação que ainda hoje continua).

– 1967-74: Apoio à ditadura dos coronéis na Grécia.

– Durante bastantes anos: tentativas de derrocada do regime cubano do galego Fidel Castro.

– 1955-1975: Intervenção infame e vergonhosa na guerra do Vietnã.

– 1969-70: Operação secreta chamada “Menu”, com bombardeios desproporcionados em Laos.

– 1965-75: Envolvimento na guerra civil do Camboja.

– 1973: Apoio ao golpe de estado no Chile, encabeçado pelo fascista Pinochet.

– 1980-92: Envolvimento na guerra civil de El Salvador.

– 1980-87: Apoio aos “Contras” da Nicarágua, especialmente no escândalo Irão-Contra.

– 1978-1992: Apoio aos terroristas islámicos radicais para luitar contra os soviéticos na guerra do Afeganistão.

– 1983: Invasão da ilha de Granada.

– 1990-91: Manipulação da opinião pública para que os EUA entrassem na guerra do Iraque-Kuwait.

– 2001-16: Iniciação da guerra contra o terrorismo sem resultados tangíveis.

– 2003-11: Intervenção na guerra do Iraque, contando imensas mentiras, para defender interesses das multinacionais americanas, com apoio dos infames Aznar, Blair e Durão Barroso.

– 2016: Últimos três meses: apoio aos “golpes de estado” do Brasil, Turquia e Espanha.

Curiosamente, comenta Oliver Stone, muitos dos que no início foram apoiados pelos EUA, se voltam contra o “império”, como Bin Laden, Sadam Hussein ou Manuel Noriega. Stone fala também da dupla moral da diplomacia norteamericana, pois enquanto protestava por como os soviéticos invadiam a Hungria em 1956, olhavam para outro lado sobre os crimes que os galos cometiam na guerra da independência da Argélia em 1954-62. Ou quando os EUA permitiram que a Espanha franquista entrasse na ONU em 1955, mas bloqueou a entrada da China comunista de Mao até 1971. Sobre a política doméstica no interior do seu país, Stone fala da famosa “Caça às bruxas” do senador McCarthy, o movimiento pelos direitos civis de Martim Luther King, que foi assassinado, os protestos contra as guerras do Vietnã e posteriormente do Iraque, o aumento da dívida norteamericana, o crescimento das desigualdades, o desmantelamento dos sindicatos e o infame controlo dos meios de comunicação, que fazem da liberdade de imprensa puro papel molhado.

TEMAS PARA REFLETIR E REALIZAR:

    Servindo-se da técnica do Cinema-fórum, analisar e debater sobre a forma (linguagem cinematográfica: planos, contraplanos, panorâmicas, movimentos de câmara, jogo com o tempo e o espaço, truques cinematográficos, etc.) e o fundo dos dous filmes antes resenhados.

Organizamos nos estabelecimentos de ensino dos diferentes níveis uma magna amostra-exposição dedicada em especial ao meior defensor da paz e a não violência, o indiano “Mahatma” Gandhi. Que podemos completar com alguns dados e informações de outros importantes pacifistas, como Jesus, Buda,Tagore, Montessori, Madre Teresa de Calcutá, Nelson Mandela e Martin L. King. A mencionada amostra há de conter fotos, frases, aforismos, poemas, fotos, desenhos e murais e também textos livres dos escolares. Com todo o material podemos também editar ou policopiar uma monografia, seguindo a técnica didática da biblioteca do trabalho de Freinet.

Organizamos um Livro-fórum, com participação de professores e estudantes. Entre os livros que podemos escolher para o mesmo temos: As palavras de Gandhi, editado no Rio de Janeiro em 1984; Autobiografia: minha vida e minhas experiências com a verdade, editado em São Paulo em 1999; A extraordinária liderança de Gandhi, da autoria de Pascal Alan Nazareth, editado em 2011. Também podemos optar pelo livro de Oliver Stone e Peter Kuznick A história não contada dos Estados Unidos.

   

Burela, romance do escritor brasileiro Efigénio Moura, disponível em pré-venda na loja online da Através Editora

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