PGL – Hoje, às 20h do serão, terá lugar no Centro de Convivência ‘Maruxa Mallo’ de Lugo (no Carril das Hortas), o ato de lançamento da segunda ediçom de Bandeiras da Galiza, de José Manuel Barbosa. O ato contará com presença do autor e está co-organizado com a associaçom Cultura do País.
Por estas páginas desfilam o tríscele, o lábaro, a bandeira dos Reis Suevos, o pendom do “Christianorum Regnum”, os pendões da Coroa Galego-Leonesa e ainda outros símbolos até chegar à atual bandeira da Galiza. Para além de fotografar este percurso, o autor oferece propostas para o futuro.
Segundo explica Barbosa em entrevista para o PGL, «quando estava a sair a primeira ediçom, já tínhamos nova informaçom que já nom podíamos incluir por ser tarde demais». Está o caso de na primeira ediçom se falar do facto de a bandeira sueva ter o dragom rampante, mas na imagem figurava passante. «Essa já é umha das novidades: a de incluirmos o dragom realmente rampante como anunciámos já nalgum dos lançamentos feitos em 2006».
Para Barbosa, o seu interesse na divulgaçom desta parte da nossa história está no fator simbólico, «fundamental para o ser humano». Na sua opiniom, «só há que ler algo de psicologia, algo sobre arte ou mesmo sobre sociologia». Destarte, «o facto de nos identificarmos com o nosso passado nacional ajuda a identificaçom de umha pessoa com o seu povo, com a sua naçom. Isso sabe-o muito bem o poder que quereria que a Galiza nom tivesse hino, nem bandeira, nem seleçom nacional, nem nada que pudesse identificar os galegos como tais».
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