O evento decorrerá na quinta-feira, dia 23 de outubro, às 19h no Centro Social compostelano, A Gentalha do Pichel [r/Santa Clara, 21]
No evento, para além da escritora Susana S. Arins, participarám pessoas que de distintos jeitos estám ligadas ao livro; seja através da história narrada, seja vinculadas com o seique após a leitura, como editoras, tradutoras ou simplesmente como leitoras. E também haverá surpresas.

“seique surpreendeu no seu momento polo singular enfoque do tema e polo difícil equilíbrio conseguido entre o privado e o público” recolhe no limiar da segunda ediçom María Xesús Nogueira. Esta obra publicada na Através em 2015 recebeu o Prémio Narrativa da V Gala do livro Galego (2020), na segunda ediçom, depois de a traduçom para espanhol ter recebido o Premio de los libreros de Madrid al mejor libro de ficción 2019. Em 2021 foi traduzido para o inglês por Katheen March, sob o título and they say com distribuiçom nos Estados Unidos, Reino Unido e Europa, da mao da editora Small Stations.
Seique nâo é um poemário, seique nâo é um romance, seique nâo e un ensaio, seique nâo é uma pesquisa histórica. porem, seique recolhe alguma cousa de cada um desses géneros. seique nasce duma estória de vida insignificante, anónima, para abordar uma reflexâo sobre a [des]memória e as maneiras de construir a História.
Seique nâo pretende ficcionar uma história, tomando como base uns factos conhecidos de todas, mas todo o contrário, seique parte de uns factos desconhecidos, seique por particulares, ou por insignificantes, seique: a história de um fascista tâo sem importancia que nem sequer aparece nos arquivos, mas que sim existiu, deixando, seique, marcas que as suas vítimas nâo esquecem [ou sim]
