A organizaçom juvenil nacionalista Galiza Nova vém de lançar umha campanha em defesa da língua sob a lengenda “O galego vai contigo”.
A proposta está acompanhada dumha base de material de propaganda crítica em que se analisam os dados de uso do galego, e se acompanha dum vídeo -com legendas em reintegrado- no que se fai fincapé no efeito positivo das práticas individuais para fazer mudar a escolha linguística das falantes.
No comunicado de lançamento da campanha, destaca umha mudança de estilo com respeito a perspectivas tradicionais, ponhendo em valor o neofalantismo: “Pode que o galego seja a língua com que te criárom, a língua que só ouviches por primeira vez ao chegar à escola, ou ao chegar à Galiza, a língua que falaches até que mudaches para outra ou a língua à que chegaches depois de falar toda a vida umha diferente.”
Frente a histórica culpabilizaçom das falantes de castelhano pola sua escolha, de Galiza Nova explicam que: “se falar galego era motivo de puniçom durante o franquismo, é entendível que as geraçons passadas, num intento de oferecer um futuro melhor às seguintes, optassem polo castelhano, a língua de prestígio, para educar as filhas; se essas filhas se criárom em castelhano e tivérom que ir para a cidade na procura de trabalho, onde coincidirom com outras pessoas com histórias equivalentes, é entendível que a sua língua habitual seja essa e as novas geraçons medremos de costas ao galego.”
A partir desta compreensom da situaçom, a proposta é reverter o processo: “este processo de substituiçom linguística leva séculos em marcha e tem aliados nos poderes económicos e políticos, mas, como mocidade que conhecemos a nossa história, queremos reverter o processo e manter a nossa língua e cultura.”
Foco reintegracionista
Para além da publicaçom da campanha nas duas normas ortográficas, e do uso das legendas em reintegrado no vídeo, um dos eixos discursivos da proposta fai fincapé na importáncia do marco da lusofonia.
