PGL – O diário Galicia Hoxe publica nesta segunda-feira umha entrevista com Carlos Barros, director do Novas da Galiza, com motivo da nova etapa que iniciou o periódico soberanista.
Durante a alargada entrevista, Barros valoriza aspectos tam díspares como a mudança de governo à frente da Junta, o reintegracionismo, os meios de comunicaçom alternativos, o soberanismo político ou os movimentos sociais.
Para o director do Novas da Galiza, o regresso do PP à Junta obrigou o periódico e o conjunto dos movimentos sociais a centrarem «mais esforços na defesa do idioma». Na sua opiniom, «os movimentos sociais e os meios de comunicaçom que promovemos a defesa do idioma temos o dever de potenciar na medida das nossas possibilidades a activaçom da sociedade para proteger o principal património cultural e identitário com o que contamos».
No que di respeito da relaçom entre o Novas e os movimentos sociais, Barros acha que esta «se foi intensificando a medida que o nosso projecto se foi consolidando e avançando», da mesma maneira que está «a acontecer ao movimento dos centros sociais. A interacçom e a retroalimentaçom entre o projecto comunicativo e o activismo é beneficioso para todas as partes».
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