FM – A Fundaçom Meendinho na sua reunião ordinária do dia 8 de Agosto em Mourilhe (Portugal), incorporou um novo membro ao seu padroado, Joaquim Pinto da Silva, quem presente.
Ainda, o novo membro do padroado acrescentou um bom leque de ideias para avançarmos no relacionamento transfronteiriço Galiza-Portugal por cima do que é uma fronteira política, e só uma fronteira política, num espaço comum cultural.
Joaquim Pinto da Silva é um galego do Porto, esse espaço que deu nome à Galiza e ao Próprio Portugal, é funcionário europeu desde o ano 84 e em Bruxelas além disso gere a livraria Orféu, a melhor montra luso-galaica na capital europeia. Foi um apoio de Camilo Nogueira na sua etapa de parlamentar europeu, e agora tem um papel de grande valor no apoio de Ana Miranda, quem para o ano próximo vai ser parlamentar. Esta relação levou-no a se afiliar ao Bloco -sem ter parcipado além da cota em nenhum ato- como um jeito de apoio ao que se fazia politicamente na Galiza; e sendo o único português que reúne essa condição.
É colaborador do PGL e era-o de Vieiros. Com ele já são quatro os portugueses que fazem parte do órgão de governo da Fundaçom Meendinho, e soma-se ao Padre Lourenço Fontes, Luiz Gonzaga Martins e Carlos Reis.
Nessa mesma reunião, a Fundaçom Meendinho acordou criar um grupo de trabalho e apoio em Portugal, constituído por vultos de destaque, quem além de serem amigos da Meendinho vão ser dinamizadores da sua atividade em Portugal, e de contribuir a projeção da Galiza no espaço lusófono, facilitando todo tipo de trocas e convívios transfronteiriços acrescentando o mutuo conhecimento. A Fundação aguarda que num futuro próximo, um grupo similar de trabalho e apoio, possa ser constituído na Galiza espanhola.
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