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Europa de Repente: A improvisaçom oral em verso em Sardenha

O modelo educativo da regueifa e a improvisaçom oral em verso criado polo Proxecto Regueifesta, está a ser divulgado através dum proxecto Erasmus+ em diversos países europeios.

Equipa de professorado na casa do improvisador sardo Bernardu Zizi.

O projeto Europa de Repente, coordenado polo CFR de Vimianço e em parceria com o CEIP Labarta Pose, o IES do Milhadoiro e o IES Marco do Cambalhom de Vila de Cruzes, realizou a sua terceira mobilidade a Sardenha para conhecer as suas diferentes formas de improvisaçom oral em verso.

Nestas visitas de observaçom e conhecimento de experiências com associaçons culturais de Sardenha, gravarom-se composiçons improvisadas da gara poética ou o muteto, cantadas nas diferentes variantes do sardo.

Partilhar experiências educativas, construir cooperaçom pedagógica, melhorar competências e fazer rede som alguns dos objetivos chave do projeto que vai rematar nas próximas semanas com a mobilidade a Iparralde, no estado francês.

Nesta visita a Sardenha, igual que nas anteriores mobilidades à Madeira e à Toscana, as pessoas docentes do projeto realizarom numerosas entrevistas e gravaçons a pessoas de diferentes idades para componher um documentário que visibilice qual é a situaçom actual do repentismo na Europa.

Nesta visita a Sardenha, igual que nas anteriores mobilidades à Madeira e à Toscana, as pessoas docentes do projeto realizarom numerosas entrevistas e gravaçons a pessoas de diferentes idades para componher um documentário que visibilice qual é a situaçom actual do repentismo na Europa.

Este trabalho tem como objetivo a criaçom e desenvolvimento dum processo no conhecimento, valoraçom e difussom do nosso património imaterial em irmandade com outras manifestaçons artísticas similares. Segundo as docentes este projeto é: “Um reconhecimento emocional da riqueza da nossa regueifa como impulsionadora e dinamizadora educativa, social e cultural. Umha experiência única para criar oportunidades nas que partilhar aprendizagens, observar metodologias novas e fornecer laços de colaboraçom entre povos vizinhos que repercutirám positivamente nas nossas aulas.”

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