PGL – Os dias 7, 8, e 9 de Maio o Centro Social A Esmorga, em parceria com a AISO (Associação de Imigrantes Senegaleses de Ourense), organiza umhas jornadas de convívio galego-senegalesas.
A seguir reproduzimos a variada oferta de actividades:
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7 de Maio, quinta-feira, às 20h00
Projecção dos documentários:
-Tukkiyakar
-Binta e a grande ideiaAo acabar haverá colóquio
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8 de Maio, sexta-feira, às 20h00
Jogos populares para adultos e crianças
Sessão de conta-contos do Senegal e da Galiza com Anxo Moure e Papa Assame Diop
PLANETA NH com duas únicas equipas GALIZA vs SENEGAL
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9 de Maio, sábado, às 21h30
Ceia Senegalesa.
Vamos experimentar um prato senegalês, Thiere Yap (cous-cous com carne). O preço é de 5€. Há uma lista no C.S A Esmorga para inscrever-se.
Música do Senegal
Pequena história recente do Senegal
Navegadores portugueses, os primeiros europeus a atingir a regiom, alcançaram Cabo Verde no século XV. Fundárom um povoado em Gorée, pequena ilha em frente a Dacar. No século XVII, a França conquistou Gorée e estabeleceu um povoado na foz do rio Senegal. Em 1854, o general Faidherbe tornou-se governador e expandiu o domínio francês.
Em 1946, o Senegal tornou-se um território da Uniom Francesa e elegeu dous deputados para a Assembleia Nacional Francesa. O Senegal tornou-se uma república autónoma dentro da Comunidade Francesa em 1958. Juntamente o Mali (na altura, Sudám Francês) formou a Federaçom do Mali em 1959. A independência do Mali foi proclamada em 1960, enquanto o Senegal deixou de ser membro da federação para tornar um país independente nesse ano. O país continuo independente até hoje, se bem entre 1982 e 1989 federou-se com a Gâmbia formando a efémera Federaçom da Senegâmbia.
Língua portuguesa no ensino senegalês
Como já tem sido noticiado no PGL, a língua portuguesa forma parte do currículo educativo de milhares de jovens senegaleses. Segundo dados fornecidos no passado Verão polo Instituto Camões do Senegal, cerca de 17 mil alunos do ensino médio e secundário estudam a língua portuguesa, isto é, o português é ensinado nos liceus de nove em cada dez regiões do país africano.
Ainda, a percentagem de estudantes deste idioma é muito superior a, por exemplo, o da França, um país que conta com uma numerosa comunidade de origem lusa.
Decerto contribuem para esta grande cifra de estudantes o facto de o Senegal, país francófono africano, fazer fronteira com dous estados lusófonos, a Guiné-Bissau e Cabo Verde. De facto, o próprio Instituto Camões tem actividade no país desde 1975. Ambos os factores contribuíram para que o Senegal se tornara em 25 de Julho de 2006 no terceiro país observador associado da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), juntamente com a Guiné-Equatorial e a Ilha Maurícia.
