Passados quatro anos desde que em 2015 se pujo à frente da associaçom decana do reintegracionismo, o professor de EOI Eduardo Maragoto foi eleito este sábado novamente presidente da AGAL numha assembleia realizada no sábado de manhã no Museu do Povo Galego de Santiago.
A assembleia abriu com um discurso do candidato em que realizou um balanço da atividade da associaçom nos quatro anos transcorridos desde que começou o anterior mandato em 2015. Neste período fôrom dados “passos importantes à procura de um discurso mais compreensível pola sociedade galega”, afirmou Maragoto, que voltará a presidir o Conselho da Associaçom Galega da Língua (AGAL) com umha equipa muito ampliada, com pessoas com ricas trajetórias no tecido associativo galego e diferentes perfis profissionais:
- Eliseu Mera (vice-presidente), cantor lírico e professor de Música
- Marcos Saavedra (secretário), bibliotecário
- Romám Vilela (tesoureiro), bancário
- Valentim Fagim (vogal), professor de idiomas e editor
- Miguel Penas (vogal), técnico de comunicaçom
- Carme Saborido (vogal), professora de idiomas
- Jon Amil (vogal), médico
- Teresa Pilhado (vogal), editora
- Graciela Lois (vogal), psicóloga
- Luís Fontenla (vogal), professor de idiomas
- Matias Rodrigues (vogal), historiador de arte
- Vítor Garabana (vogal), engenheiro informático
Em relaçom ao programa, consta de três linhas desenvolvidas em mais pontos. As três linhas programátivas:
- Fortalecer os consensos, internos e externos, em relaçom à Lusofonia ser o espaço natural da língua de todos e todas as galegas, para além de discrepâncias conjunturais.
- Converter o ano de Carvalho Calero num ponto de inflexom para o diálogo aberto sobre o relacionamento entre o galego e a língua portuguesa.
- Divulgar a vivência reintegracionista como proveitosa, quer do ponto de vista cultural quer do pessoal:
Para avançar com estas linhas programáticas, a candidatura pretende fomentar a colaboraçom do/com o conjunto da sociedade, tecendo redes que facilitem a penetraçom da ideia de comunidade galego-portuguesa, nomeadamente através da implementaçom de projetos que permitam explorar ao máximo a Lei Paz Andrade, tanto no que di respeito à promoçom do português no ensino como no campo das relações galego-portuguesas no ámbito comunicativo, social e institucional.

