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Diminui o número de falantes de catalám nas Ilhas Baleares

Racó Català – Apesar de que o uso global da língua se mantém estável, o número de cidadãos que falam catalám tem baixado nas Ilhas Baleares nos últimos 7 anos. Assim o assinala o estudo [PDF] sobre usos linguísticos que apresentou na semana passada o governo balear, se o compararmos com o último estudo de 2003.

 

 

Assim os ilheus que usam a língua catalá habitualmente nom variou excessivamente, de 50,3% para 47,5%, mas os que o falam passaram de 74,6% para 63,4% em 2010, em grande parte devido ao aumento de importância demográfico dos recém chegados.

Com respeito aos dados globais de conhecimento do catalám, uns 85% dos ilheus entendem-no, uns 63,4% falam-no, uns 70,8% lêm-no e uns 47,9% escrevem-no. Entre a populaçom autóctone a capacidade de escrevê-lo incrementou-se nuns espectaculares 26% nos últimos 7 anos, graças à imersom linguística em catalám no ensino. Ademais, uns 47% dos ilheus tenhem o catalám como língua habitual de uso, apesar de que pouco mais de um em cada três (36%) o considere a sua língua própria. Os 65% consideram o catalám língua própria das Ilhas, enquanto uns 10,9% acham que esta é o castelhano e uns 19,7% asseguram que som as duas.

Por territórios, onde mais se fala catalám é em Minorca (62,18%) e Formentera (61,63%), enquanto a populaçom que diz usá-lo habitualmente baixa até os 46,41% em Maiorca e os 44,25% em Eivissa. Recordamos que a populaçom que o fala habitualmente em global nas Ilhas é dos 47,5%.

O ensino em catalám faz com que os números de conhecimento da língua sejam esmagadores entre os jovens, pois mais dos 90% dos que tenhem entre 15 e 19 anos acreditam o conhecimento (isto é, entendem, sabem falar, ler e escrever). Pelo contrário, no entanto, só os 51,6% dos jovens tenhem o catalám como língua de uso habitual. Polo contrário, entre os ilheus de mais de 65 anos os 71% tenhem-na como língua de uso habitual, apesar de que só uns 40,87% a sabem escrever. O grupo com que mais se preocupa o governo balear é, no entanto, o da faixa dos 30 aos 34 anos, onde o uso baixa até os 23,7%, em grande parte pelos recém chegados que priorizam encontrar trabalho dantes de aprender catalám.

Por todo isso a diretora de Política Linguística, Margalida Tous, tem feito um apelo à sociedade ilhoa para ajudar no voluntariado linguístico, dado que “a procura é superior à oferta, há mais solicitações de pessoas que querem aprender a língua do que catalanofalantes”.

 

 

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