PGL – O concelheiro das Festas de Compostela, Francisco Javier Noya, do Partido Popular, afirmou que ao galego «nom lhe há que dar maior importáncia». Foi a sua resposta a umha interpelaçom do grupo municipal do BNG para que o galego nom fique excluído das festas do padroeiro da cidade, em julho.
Cumpre lembrar que no ano anterior, a narraçom das festas foi unicamente em castelhano, e mesmo se utilzara toponíma galega deturpada, isto é, ilegal. Daí o interesse do grupo nacionalista em lograr o compromisso do PP em que a situaçom nom se repetiriia.
Porém, a resposta de Noya foi que a língua a utilizar, bem como os critérios da narraçom, seriam unicamente os que «quiger a empresa», polo tanto nom os da entidade que contrata, o Concelho de Santiago de Compostela.
Diversas entidades, bem como cidadaos e cidadás a título particualr, já exprimírom nas redes sociais a sua desconformidade com estas declaraçons, que inserem num quadro de «desrespeito às leis» por parte do grupo de governo compostelano, e na seqüência dos escándalos judiciais do PP na cidade. Cumpre lembrar que ademais de o galego ser a língua própria da Galiza, a Lei de normalizaçom lingüística insta os poderes públicos à promoçom da língua galega e, em particualr, o regulamento municipal de Santiago de Compostela especifica o tratamento da língua galega por parte do Concelho.
