PGL – María Xosé Bravo falou com o portal web Gznación sobre a figura de Carvalho Calero, logo de que se fizesse pública a carta que assinárom vários concelheiros de Cultura de cidades galegas em defensa do escritor e do seu reconhecimento no ano do centenário do seu nascimento.
Ante a pergunta sobre por que nom se lhe tem aínda hoje dedicado o Dia das Letras a um dos directores da RAG e primeiro catedrático de Linguística e de Literatura galega, a concelheira declarou ser ciente de que a rejeiçom tem a ver «com a sua postura ao respeito da normativa. Ele sempre foi um defensor das teses reintegracionistas e isto fjo que já fosse marginado nos últimos anos da sua vida, e esse é basicamente o motivo».
Maria X. Bravo ainda apontou que ao fazer público o comunicado a ideia é volver-lhe lembrar à Academia que cumpre que se lhe dedique a Carvalho Calero, e se nom o fazem este ano perdem a ocasiom de que aqueles que lhe ponhem tachas polo do reintegracionismo o pensem mais.
A conselheira dá fim à entrevista sentenciando que «desde a concórdia só animamos á RAG a que actuem com toda a liberdade. O 2010 deveria ser o ano de Carvalho Calero».
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