Partilhar

Cinema na nossa língua, também no mês de junho

O Centro Social Gomes Gaioso da Corunha continua também no mês de junho com as projeções de cinema na nossa língua, todas as quartas-feiras às 21 h. Indicamos a seguir a programaçom prevista:

  • Hotel Rwanda- Paul, gerente dum hotel em Kigali (Ruanda), viverá em primeira pessoa os acontecimentos mais importantes no conflito entre as étnias hutu e tutsi durante a Guerra Civil da Ruanda em 1994, amostrando o sofrimento de parte da sociedade e a passividade dos capacetes azuis da ONU presentes no conflito.
  • The Informer- Gypo Nolan, expulso do Exército de Libertaçom Irlandês, deseja viajar com a sua companheira aos EUA. Porém, a traiçom que implica delatar a posiçom do seu amigo e ativista, Frankie McPhillip, revelará até onde é capaz de chegar perante a sua cobiça e egoismo.
  • Deus, pátria, autoridade- O filme amostra umha análise da sociedade portuguesa durante e após a Revoluçom dos Cravos, analisando o papel do novo Estado, a influência da igreja, a guerra colonial ou a própria Revoluçom de abril.
  • O que é isso, companheiro?- Fernando e César, jornalistas e amigos, abraçam a luita militar contra a ditadura. César é ferido e feito prisoneiro pola ditadura, enquanto Fernando planeja o seqüestro do embaixador estadounidense em troca da libertaçom do seu amigo e outros presos políticos.

 

 

Quartas de cinema - junho 2015

A Semente de Lugo festeja o seu décimo aniversário com um programa de atividades para desfrutar em família

Lançamento do livro, Tourists, go home? em Compostela

Lançamento do livro, Tourists, go home? em Vigo

Tratado de interculturalismo woke para integrar migrantes e salvar línguas

MAITE CARAMÉS

Lucas de Fontela: “Não consideramos um ‘problema’ a perda da língua própria”

A Semente de Lugo festeja o seu décimo aniversário com um programa de atividades para desfrutar em família

Lançamento do livro, Tourists, go home? em Compostela

Lançamento do livro, Tourists, go home? em Vigo

Tratado de interculturalismo woke para integrar migrantes e salvar línguas