PGL Países Catalães – O conselheiro da Inovaçom, Universidades e Empresa, Josep Huguet, afirmou que o decreto-lei que obrigará o professorado universitário que quiser vaga fixa na Catalunha a acreditar o nível de catalão é «uma medida de equilíbrio».
O dirigente argumentou isso assegurando que «a mor parte do professorado é competente lingüísticamente em espanhol, mas nom assim em catalão». Huguet explicou que o decreto, que poderá ser aprovado no primeiro conselho de governo posterior às férias, afectará o professorado que quiser vaga fixa nas universidades catalãs ou que quiser mudar de lugar de trabalho, mas nom o que já está ou o que vier temporariamente.
Huguet considera que o professorado que quiser dar aulas em castelhano ou em inglês tem que acreditar que o pode fazer. É por isso que, segundo o conselheiro, «esta lógica abafante também se tem que aplicar ao catalão». O nível que será reclamado ao novo professorado ou ao que já está mas que quiser aceder a novas vagas é o nível C, o de suficiência de catalão.
Com tudo, o conselheiro Huguet quis enfatizar que esta condiçom «nom será de entrada, mas de saída». Com isto quis dizer que o novo professorado disporá de um tempo «prudencial bastante longo» como para aceder a suficiência em catalão que exigirá o novo decreto-lei.
O conselheiro também revelou que o decreto «está maduro», que foi pactuado com a comunidade universitária, e que por isso a vontade é que seja aprovado no mês de setembro.
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