PGL – A União Europeia reduziu nalgumas áreas de trabalho a só três as línguas oficiais: o inglês, o francês e o alemão. A nossa língua, uma das cinco mais importantes no âmbito internacional, ficou fora da condição de língua de trabalho em determinados campos.
Como protesto, do Movimento Internacional Lusófono (MIL), a Sociedade da Língua Portuguesa (SLP) e a Associação Internacional dos Colóquios da Lusofonia (AICL) redigiram um texto para cidadãos e autoridades reclamando a presença «justa e lógica» do português.
Da Galiza, a carta foi apoiada já pola Fundaçom Meendinho, que defende que «a língua portuguesa é a própria língua da Galiza». Neste senso, acham que «os galegos, como os demais lusófonos europeus, temos que estar na defesa da nossa identidade cultural e linguística»
