Partilhar

Carlos Pazos-Justo preside Associação Internacional de Estudos Galegos

O professor Carlos Pazos-Justo, da Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas da Universidade do Minho, é o novo presidente da Associação Internacional de Estudos Galegos (AIEG), a referência da área, que agrega duas centenas de investigadores da Europa e América. A tomada de posse decorreu no XIII Congresso da AIEG, que juntou no mês de setembro 120 participantes em Varsóvia, Polónia. No mandato até 2025, a sua equipa quer reforçar o trabalho em rede nos estudos galegos, o diálogo com a lusofonia e realizar pela primeira vez um congresso desta entidade em Portugal – será em 2024, em Braga.

No mandato até 2025, a sua equipa quer reforçar o trabalho em rede nos estudos galegos, o diálogo com a lusofonia e realizar pela primeira vez um congresso desta entidade em Portugal – será em 2024, em Braga.

Carlos Pazos-Justo é o primeiro presidente da AIEG afeto a uma universidade portuguesa, tal como a maioria dos membros desta direção. O seu cargo reconhece também o trabalho de quase três décadas dos estudos galegos na UMinho. “Tem um significado especial, porque estamos precisamente na eurorregião Galiza/Norte de Portugal e somos uma janela aberta ao mundo galego, com uma forte dinâmica de iniciativas académicas, culturais e sociais, que agora queremos intensificar, alargando a outros âmbitos e geografias”, refere Carlos Pazos-Justo.

O seu cargo reconhece também o trabalho de quase três décadas dos estudos galegos na UMinho. “Tem um significado especial, porque estamos precisamente na eurorregião Galiza/Norte de Portugal e somos uma janela aberta ao mundo galego, com uma forte dinâmica de iniciativas académicas, culturais e sociais, que agora queremos intensificar, alargando a outros âmbitos e geografias”, refere Carlos Pazos-Justo.

A AIEG surgiu na década de 1980 nos EUA, apostada em afirmar os estudos sobre literatura, história, cultura e língua galegas, a que se têm juntado áreas como tradução, economia ou direito. Este organismo quer promover bolsas científicas, formações, seminários, publicações, parcerias e prémios para as melhores teses da área. O ponto alto tem sido o congresso trienal, que já passou pelos EUA, Reino Unido, Alemanha, Cuba, Espanha, Brasil, Argentina e, agora, Polónia, no qual contou com a presidente do Conselho da Cultura Galega, Rosario Álvarez, e o secretário-geral de Política Linguística da Xunta de Galicia, Valentín García, entre outros. Tem o site oficial aieg.gal.

Nota biográfica

Carlos Pazos-Justo nasceu em Redondela, Galiza, em 1975. É licenciado em Filologia Galega e em Filologia Portuguesa pela Universidade de Santiago de Compostela (USC), mestre em Teoria da Literatura e Literatura Portuguesa pela UMinho, máster de experto em Cultura Española Contemporánea pela Universidade de Alcalá (Espanha) e doutorado em Ciências da Cultura pela UMinho.

Investiga no âmbito da Rede Galabra e é membro do Centro de Estudos Humanísticos da UMinho. Nesta academia é igualmente coordenador do Centro de Estudos Galegos, professor do Departamento de Estudos Românicos e vice-presidiu a Escola de Letras, Artes e Ciências Humanas. Foi bolseiro do Instituto Camões, venceu o Prémio Carvalho Calero de Investigação e já publicou uma dezena de livros, como “Galiza e(m) nós” e “Trajectória de Alfredo Guisado e a sua relação com a Galiza”.

[Esta notícia foi publicada originariamente na Uminho.pt]

 

Os artigos dos topónimos no novo Nomenclátor

Juan Luis Fernández apresenta o livro Futebol Gaélico em Celanova

Colóquio sobre Tourists, go home? na Semana do Livro de Compostela (SELIC)

Lançamento do livro, Tourists, go home? em Pontedeume

Lançamento do livro Begonha Caamanho, na Corunha

Henrique Marques Samyn visita Compostela para falar sobre literatura negra brasileira

Os artigos dos topónimos no novo Nomenclátor

Juan Luis Fernández apresenta o livro Futebol Gaélico em Celanova

Colóquio sobre Tourists, go home? na Semana do Livro de Compostela (SELIC)

Lançamento do livro, Tourists, go home? em Pontedeume