PGL – O presidente da Mesa, Carlos Callón, foi absolvido do suposto delito de injúrias de que o acusava o ex-juiz decano da Corunha, informa Sermos Galiza. A origem dos factos está em 2008, quando Callón criticou Antonio Fraga Mandián por utilizar toponímia deturpada apesar de a legislaçom vigorante obrigar os poderes públicos a utilizar as formas oficiais, que som só em galego.
Naquela altura, o presidente da Mesa censurava o juiz por reconhecer nom ter «nenhum rubor» em usar a ilegalidade do topónimo La Coruña. A organizaçom cívica reprovou em nota de imprensa essas declarações ao tempo que perguntava «que outras leis nom teria rubor em incumprir» Fraga Mandián, em referência à Lei de normalizaçom de 1983.
O Julgado e a Fiscalia desestimaram inicialmente a denúncia, mas um recurso de Fraga Mandián desencadeou o processamento de Carlos Callón. Numerosas organizações sociais, como a Associaçom Galega da Língua, exibírom publicamente solidariedade com Callón por estes factos. Para o presidente da AGAL, Miguel R. Penas, «algo falha quando a justiça se dedica a julgar os que defendem o cumprimento da legalidade».
