Numha opiniom recente solicitada ao diretor geral de Galaxia, Francisco Castro, este editor mostra-se contrário à aplicaçom de umha política binormativista, já que, por um lado, daria mais elementos para o ataque às pessoas contrárias ao galego e, por outro, pensa que nos levaria a umha situaçom confusa no ensino. Porém, Eduardo Maragoto defende neste vídeo que nom se deve confundir binormativismo com liberdade de normativas.
As objeções ao binormativismo expostas por Francisco Castro coincidem em parte com as assinaladas polo presidente da RAG Vítor Freixanes numha entrevista recente no Sermos Galiza ou com as reservas mostradas por Manuel Bragado, ex-diretor de Xerais, na sequência das II Jornadas do CEIP Paraixal de Teis, em Vigo. O principal temor que existe nestes autores (unidos polo seu vínculo ao mundo editorial) parece residir em que se cheguem a gerar situações confusas que abalem o status do galego, nomeadamente no âmbito educativo. Porém, todos parecem concordar na necessidade de levar o português ao ensino, de maneira que há muita margem para chegar a acordos.
