PGL Países Cataláns – O governo do País Valenciano aprovou a Lei de Funçom Pública. A nova legislaçom nom exige o conhecimento da língua valenciana e só garante o atendimento em espanhol.
O texto, que recebeu os votos a favor do Partido Popular (PP) e do Partido Socialista do País Valenciano (PS-PV), nom inclui as principais reivindicaçons das entidades, associaçons e sindicatos em defesa da língua.
A oposiçom parlamentar manifestou-se em contra da nova lei, incluído o PS-PV, que ainda suportando o conjunto do texto, apoiou umha emenda dos principais grupos da oposiçom (Compromís, Esquerda Unida do País Valenciano e o próprio PS-PV), a qual reclamava exigir aos aspirantes a funcionários acreditarem conhecimentos do catalám valenciano. A emenda também foi apoiada pola Plataforma a Favor do Conhecimento do Valenciano, onde também estám Esquerda Republicana do País Valenciano e os sindicatos CCOO, UGT e a Intersindical Valenciana, além de outras entidades.
Os membros da Plataforma manifestárom-se em contra da Lei de Funçom pública e do governo, por considerem-na «contrária ao ritmo histórico e à demanda social». Nos mesmos termos, lembram que o feito de exigirem aos funcionários conhecimentos de valenciano tem umha «relaçom directa» com que podam atender os cidadaos na língua própria do País Valenciano, aplicando o que dita a Lei de Uso e Ensino do Valenciano (LUEV).
A Plataforma a Favor do Conhecimento do valenciano reclamou também que se faga público o informe da Academia Valenciana da Língua (AVL), a qual se amossava favorável ao requisito da língua valenciana. Este pronunciamento e o resto de políticas elaboradas polo governo de Francisco Camps nos últimos meses fam que o panorama da política lingüística se pareça cada vez mais ao da Galiza, sinalam sectores normalizadores galegos.
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