PGL Países Cataláns – Entidades de todo tipo e partidos políticos do País Valenciano exigem que o catalám seja requisito obrigatório para aceder a umha vaga na Administraçom autonómica.
Exigem o desenvolvimento legal da Lei de Uso e Ensino do Valenciano (LUEV) —modalidade regional do catalám—, aprovada há 26 anos, que determina que todo o pessoal das Administraçons há de ter um conhecimento suficiente desta língua. A reivindicaçom chega num momento no qual o governo valenciano apresentou um projecto de reforma da Lei da Funçom Pública que nom contempla este requisito.
Actualmente, apenas para 1,2% das vagas de funcionário é necessário demonstrar certo conhecimento do valenciano. Porém, há pessoal nas Administraçons que pode atender em catalám quer porque o falem habitualmente ou porque o aprendêrom. Conhecer esta língua dá mais pontos para aceer à Funçom Pública, mas nom é um requisito eliminatório.
O coordinador de Acció Cultural de País Valencià, Toni Gisbert, afirmou que a revisom do quadro legal constitui umha «discriminaçom» para as pessoas que desejarem utilizar o catalám ante as Administraçons. «Estamos a falar de umha língua que tem o carácter de cooficial. Portanto, qualquer cidadám ou cidadá há de poder ser atendido na sua língua própria semq ue isto esteja submetido à arbitrariedade da pessoa que tenha diante».
A esta reivindicaçom aderírom Acció Cultural e outros colectivos e organizaçons normalizadoras, colectivos de mestres, os sindicatos CCOO, UGT e Intersindical Valenciana, além de representantes dos partidos Poble Valencià, Esquerra Unida del País Valencià, Bloc Nacional Valencià ou Esquerra Republicana del País Valencià.
