PGL – O presidente da AGAL, Alexandre Banhos, foi entrevistado polo diário digital GZNación respeito da situaçom actual da língua galega e do movimento reintegracionista. Para Banhos, a Galiza está num processo «de livro» em matéria de substituiçom lingüística, motivo polo qual julga que «nom se pode fazer política na Galiza, sem deixar de fazer política de língua».
O presidente da AGAL lembrou que como factores positivos para a normalizaçom, a associaçom leva tempo a defender a introduçom do português padrom no ensino, o qual levaria para umha maior presença da nossa língua no sistema educativo. Umha outra reclamaçom na que a AGAL também leva tempo é a recepçom das televisões e rádios portuguesas na Galiza.
Alexandre Banhos também sinalou que cumprem políticas «que compactem os falantes» e que mudem o balizamento galego do universo hispânico para o lusófono.
O presidente da AGAL também se pronunciou sobre a mudança de governo na Junta. Lembrou que desde que se iniciou o processo ‘normalizador’, o uso da língua galega nom fizo mais do que decrescer, motivo polo qual assegurou nom esperar «nada de bom» do executivo de Núñez Feijóo.
O relacionamento com outras organizações reintegracionistas ou a manifestaçom de 17 de Maio som algumhas outras questões tratadas na entrevista.
+ Ligações relacionadas:
