PGL – A Junta Directiva da Mesa pola Normalización Lingüística acordou por unanimidade iniciar umha campanha de envio de comunicaçons ao presidente do Governo galego para que «modifique em profundidade a sua política educativa, cultural e lingüística».
Nesta linha, da Mesa solicitam que comece «retirando aos titulares destes departamentos, que demonstrárom a sua incompetência para governar e a sua prepotência na hora de falar com os principais agentes dos seus respectivos sectores».
«Estamos perante um governo queimado, rejeitado e desacreditado, mais Alberto Núñez Feijóo ainda está a tempo de rectificar e escuitar a sociedade», declarou o presidente do colectivo normalizador, Carlos Callón. «Se nom o fai e continua com esta política de crispaçom, divisom e insultos, os problemas nom farám mais que agravar-se, e isso nom será bom para ninguém», asseverou.
Callón lembrou que A Mesa nom pode mais que «somar-se às vozes que unanimemente, desde os mais diversos pontos de vista ideológicos, reclamam a imediata saída do governo de Roberto Varela», qualificado como «gestor nefasto». «Seguramente somos o único País do mundo no que o responsável de fazer a promoçom de umha cultura a desconhece, a menospreza e a ataca», apontou Callón.
Ademais, asseverou que «tampouco temos constância de outro lugar do planeta no qual um governo democrático siga adiante com umha reforma educativa a pesar de contar com umha rejeiçom tam unânime como a que concita o decretaço contra o galego». «O conselheiro de Educaçom, Jesús Vázquez Abad, é incapaz de respeitar consensos e procurar pontos de encontro, parece um pirómano disposto continuamente à confrontaçom e à polémica em pontos tam sensíveis para a vida social como o ensino», polo que A Mesa reclama «a sua imediata demissom ou cessamento».
A Junta Directiva da Mesa acordou por unanimidade começar esta campanha que terá como um dos seus principais destinatários «os homens e as mulheres que votárom ao PP nas últimas eleiçons autonómicas, para que pensem se apoiárom a Núñez Feijóo para isto, para que exista esta crispaçom inédita em toda a historia da autonomia e estes insultos e agressons constantes contra a nossa cultura».
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