PGL Países Cataláns – Segundo informa o diário Avui na sua ediçom de 16 de outubro, o departamento para a Educaçom começou a trabalhar para corrigir algumhas das disfunçons lingüísticas que provocou a irrupçom dos livros digitais nas aulas de ESO.
Entre as disfunçons encontra-se o facto de que o menu de acesso aos manuais se mostre por sistema em espanhol e que os alunos tenham acesso aos conteúdos nas duas línguas.
Fontes da conselharia assegurárom que o departamento de Ernest Maragall começou a trabalhar com Digital Text, a editorial responsável da elaboraçom dos livros (e que distribui os seus manuais em todo o Estado) para garantir que o menu de acesso aos manuais seja em catalám.
Porém, da conselharia insistem em que a administraçom educativa “nom pode obrigar aos centros” nem a escolher uns determinados manuais nem a priorizar umha determinada opçom lingüística, o que sim tenhem previsto é “insistir em que a língua veicular do ensino é o catalám e lembrar e recomendar que existe a opçom de bloquear o acesso em espanhol. A Conselharia admite que a oferta de conteúdos em formato bilingüe produciu umha “disparidade” de situaçons que convém reconduzir.
O que se persegue é que seja o professor quem tenha o controlo da língua que o aluno usa na aula em cada momento, de maneira que se nalgúm caso e conveniente que se passe ao espanhol, seja o docente quem tenha o poder de decisom e nom o estudante.
Com o objectivo de facilitar o trabalho aos centros e procurar ao professorado este maior controlo dos usos lingüísticos na aula, Digital Texto está elaborando umha ferramenta que permitirá que o professor poida bloquear directamente e “de maneira dinámica” o acesso aos manuais numha determinada opçom lingüística. Sem embargo, os docentes que participam no programa de aulas digitais manterám a possibilidade de aceder aos conteúdos em catalám e em espanhol e nalguns casos também em inglês.
