A comunidade educativa lamentava em roda de imprensa a passada semana, diante do Parlamento de Galiza que o Partido Popular vetasse a sua participaçom no debate sobre a normalizaçom do galego do ensino, e pede ao PpdG que “dialogue sobre a normalizaçom do galego no ensino”. Responsáveis de A Mesa pola Normalización Lingüística, Asociación Socio-Pedagóxica Galega (AS-PG), Nova Escola Galega (NEG), Confederación de Anpas Galegas, Confederación Intersindical Galega – ensino (CIG Ensino), Confederación Sindical Independente de Funcionarios- Ensino (CSIF- Ensino) e Sindicato de Trabalhadores/as do Ensino de Galiza (STEG) lembraram que a Proposta de bases para a normalización do galego no ensino en Galiza foi elaborada conjuntamente por estas entidades e foi apresentada a todos os partidos. “Em outubro solicitamos umha reuniom ao Conselheiro de Educaçom para lhe apresentar o texto”, lembrou o presidente da Mesa pola Normalización Lingüística, Marcos Maceira. Finalmente, a deputada do BNG Mercedes Queixas solicitou a comparecência das entidades proponentes na Comissom de Educaçom do Parlamento para explicar esta proposta, ao que se negou o PP.
“Neste momento”, afirmou Maceira, “segundo o regulamento do Parlamento, deveríamos estar a comparecer na Comissom de educaçom para explicar a que depois de 11 anos do mal chamado decreto de plurilinguismo, é a única proposta para a língua galega no ensino. Porém, a nossa presença foi vetada pola presidenta da Comissom”. A proposta foi debatida e acordada por umha parte mui maioritária da representaçom do professorado, polos movimentos de renovaçom pedagógica e polas asociações de mães e pais, ademais da Mesa.
“O resultado foi um documento que já conta com muito mais apoio social do que o Decreto 79/2010”, assegurou Maceira, e “que ademais cumpre com todas as recomendações do Comité de Ministros do Conselho de Europa e que se ajusta ao marco legal derivado da Lei educativa e da jurisprudência”.
Marcos Maceiras: “Quando 1 de cada 4 menores de 15 anos assegura nom saber falar galego temos um problema de emergência linguística no que as instituições galegas, Xunta e Parlamento, devem agir”.
Finalmente, o presidente da Mesa lembrou que “o ensino deve contribuir a corrigir os problemas que há na sociedade” e “Quando 1 de cada 4 menores de 15 anos assegura nom saber falar galego temos um problema de emergência linguística no que as instituições galegas, Xunta e Parlamento, devem agir”.
Participaram Marília Cunha (CSIF Ensino), Xesús Bermello (CIG-Ensino), Fernando Rei (STEG), Xerardo Roca (AS-PG), Fernando Lacaci (ANPAS Galegas) e Marcos Maceira (Mesa pola Normalización Lingüística), que contarom com o apoio de Mercedes Queixas (BNG) e Noa Díaz (PSOE).
