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26º Certame de Narrações Breves ‘Manuel Murguia’ de Arteijo

portada-basesPor segundo ano Alfredo Ferreiro assume a coordenação do Certame de Narrações Breves Manuel Murguia de Arteijo, que em 2017 atingirá a 26ª edição.

Os relatos [15-30 páginas] devem ser originais e inéditos (não publicitados a nenhum suporte, físico ou digital) escritos em língua galega, enviados devidamento encapados antes do 1 de março de 2017 e cumprindo todas as condições estipuladas no Regulamento (PDF).

Os prémios: O primeiro dotado com 4.000,00 €, o segundo com 500,00 € e o terceiro com 300,00 €, todos submetidos à correspondente retenção fiscal.

Informação:

Telefonar ao número 981 659 100 do Centro Cívico Cultural ou escrever para cultura[@]arteixo.org

Por costume, cada três anos o Concelho de Arteijo promove a publicação em papel dos relatos ganhadores e finalistas. A nossa última edição foi A garza insomne. Certame de Narracións Breves Manuel Murguía 2013-2015 (2016), com a colaboração da Editorial Galaxia.

Lembrai, autor@s em galego de todo o mundo, que este prémio advoga pela tolerância gráfica desde a sua fundação há mais de 25 anos, o que garante a liberdade criativa e a ausência de critérios político-linguísticos na valorização das obras apresentadas. Esta atitude socialmente inclusiva do ponto de vista linguístico é algo que nos orgulha especialmente e gostávamos fosse um exemplo a seguir por todos os prémios literários do país.

Bases-26-certame

Carme Saborido: “A leitura continuada pode ser um impulso para mais pessoas fazerem outro tipo de consumo cultural que considere a lusofonia como um meio para atingir um fim: viver em galego”

A poesia de Rosalía e Luz Pozo em japonês

Alcachofras assadas

Alexandre Banhos: “A Lei Paz-Andrade é absolutamente desconhecida da administração galega, deu pouco de sim, poderia vir a dar no futuro”

Antonio de la Iglesia: Um polímata reintegracionista

Mercedes Rosón: “Nélida Piñon gera muito interesse, pola sua obra e polo seu vínculo com o nosso país, porque ela é também nossa’

Carme Saborido: “A leitura continuada pode ser um impulso para mais pessoas fazerem outro tipo de consumo cultural que considere a lusofonia como um meio para atingir um fim: viver em galego”

A poesia de Rosalía e Luz Pozo em japonês

Alcachofras assadas

Alexandre Banhos: “A Lei Paz-Andrade é absolutamente desconhecida da administração galega, deu pouco de sim, poderia vir a dar no futuro”