PGL – O Paço da Peregrina (Bertamiráns) foi o lugar escolhido ontem para o lançamento da campanha «Tens direito a um atendimento em galego», impulsionada pola Mesa pola Normalización Lingüística. O objectivo: dar a conhecer à cidadania o seu direito a ser atendida oralmente em galego em qualquer administraçom ou empresa pública, tanto presencialmente como nas gestons através do telefone.
O Concelho de Ames é o primeiro da Galiza em dar a andamento esta campanha, que se vai estender a outras administraçons, tal e como salientou na apresentaçom o presidente da Mesa, Carlos Calhom, que esteve acompanhado polo vereador de Cultura de Ames, Francisco Villaverde.
Ambos salientárom que a cidadania nom só tem direito a falar em galego, como também a que o trabalhador ou trabalhadora que a atender responda, igualmente, nesta língua. É por isso que a campanha também vai dirigida ao pessoal das administraçons públicas, na procura de acabar com as inércias que muitas pessoas tenhem interiorizadas e que fam com que o atendimento nom seja em galego.
Nos folletos e cartazes da campanha recomenda-se aos usuários e usuários pedirem com um sorriso o atendimento na nossa língua, acompanhando a solicitaçom, se for oportuno, do recordatório de que se trata de um direito amparado pola legislaçom (a lei 7/2007).
«Se a trabalhadora ou o trabalhador da Administraçom ou da empresa pública passar a falar-nos em galego, é preciso agradecermos-lhe a sua amabilidade quando finalizarmos a nossa gestom», indica-se nos folhetos.
Ora bem, «Se mesmo depois do solicitarmos nom podemos continuar com a gestom em galego, o melhor é nom entrarmos em discussons nem perdermos os nervos ou o tempo. Trata-se simplesmente de um direito e de que é necessário aplicar a Lei», assinala-se nos folhetos distribuídos no Concello de Ames.
Soluçom perante essa situaçom? «Umha opçom é solicitarmos que nos atenda outro trabalhador ou outra trabalhadora que sim saiba galego. Se isso nom for possível ou implicar tempo de aguarda ou algumha outra dificuldade, podemos continuar com a gestom e, posteriormente, realizar umha queixa por escrito na Administraçom ou empresa correspondente».
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